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O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que, após reajuste da produção de milho na safra 20/21 do Mato Grosso, que cresceu 1,73% ante ao estimado em julho e foi para 32,56 milhões de toneladas, as projeções de demanda também seguem firmes e foram revisadas para cima.
O consumo mato-grossense ficou estimado em 11,59 milhões de toneladas, aumento de 4,67% ante o relatório anterior. “As projeções de moagem seguem firmes por partes das indústrias de biocombustÃveis, além disso, a ampliação da capacidade produtiva de uma das usinas impulsionou ainda mais a perspectiva de consumo do setorâ€, explica a publicação.
Ao mesmo tempo, a demanda de outros estados foi mantida de 3,75 milhões de toneladas e a exportação de milho mato-grossense avançou 0,28% passando de 17,18 milhões de toneladas estimadas no relatório anterior para 17,18 milhões neste novo reporte.
Já para a safra 2021/22, o Imea espera uma produção recorde para a série histórica estadual com 39,58 milhões de toneladas “pautada pela projeção de aumento na área destinada ao cereal de segunda safra, bem como o progresso satisfatório da semeadura de soja até o momento no estado, que pode colaborar para o cultivo do milho dentro da janela idealâ€.
Do lado da demanda, os técnicos do Instituto esperam que 12,07 milhões de toneladas sejam utilizadas impulsionadas pelas indústrias de biocombustÃveis, um volume 4,12% maior do que o indicado para o ciclo 20/22.
O consumo interestadual é estimado em 3,72 milhões de toneladas, um recuo de 0,80% explicado pela expect5ativa de maior produção de milho nos demais estados brasileiros nesta próxima safra. Já as exportações são esperadas em 23,78 milhões de toneladas.