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Futuros do milho fecham a 2ªfeira subindo mais de 1% em Chicago com força da soja, petróleo e exportações

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A segunda-feira (4) termina com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT), acompanhando altas de outras commodities e seguindo impulsionados pela demanda internacional. 

Segundo análise da Agrinvest, o milho norte-americano registrou forte alta em toda a curva na CBOT acompanhando o complexo soja, que também operou no positivo neste início de semana. Outro fator que segue dando força ao mercado é a demanda por exportações dos Estados Unidos. 

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reportou nesta segunda-feira que as inspeções de exportação dos EUA na semana encerrada em 30 de abril subiram para 2,03 milhões de toneladas, um avanço de 22% em relação à semana anterior, mantendo-se acima do ano passado e da média dos últimos cinco anos. Os números também vieram além do esperado pelo mercado, que variava projeções entre 1,2 e 1,7 milhão de toneladas. 

“Outros fatores também são suporte às cotações, como a alta dos futuros do petróleo e o clima frio e chuvoso durante o período de plantio”, acrescentam os analistas da consultoria. 

O vencimento maio/26 foi cotado a US$ 4,73 com elevação de 5,50 pontos, o julho/26 valeu US$ 4,85 com alta de 5,50 pontos, o setembro/26 foi negociado por US$ 4,90 com valorização de 6 pontos e o dezembro/26 teve valor de US$ 5,04 com ganho de 5,75 pontos. 

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira (1), de 1,17% para o maio/26, de 1,15% para o julho/26, de 1,24% para o setembro/26 e de 1,15% para o dezembro/26. 

Mercado Interno 

Os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) encerraram a segunda-feira com movimentações próximas da estabilidade, seguindo o mercado internacional e olhando para o desenvolvimento da segunda safra do Brasil. 

De acordo com os analistas da Agrinvest, o cereal brasileiro acompanhou as movimentações do mercado internacional, enquanto os agentes ainda acompanham o desenvolvimento da segunda safra brasileira e o real tamanho das perdas de produtividade. 

“A discussão gira em torno do tamanho da quebra da safrinha, com estimativas em Goiás já apontando entre 10 e 15%. As condições das lavouras em algumas regiões seguem desfavoráveis, especialmente no leste da BR-163 e avançando para o estado de Goiás, onde o cenário é mais crítico”, explica a consultoria.  

“Na semana passada, os modelos climáticos indicavam chances de chuvas para a segunda quinzena de maio, mas os modelos atuais sugerem tempo mais firme e baixa probabilidade de precipitações”, alerta a Agrinvest. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta segunda-feira 

O vencimento maio/26 foi cotado a R$ 67,41 com queda de 0,69%, o julho/26 valeu R$ 69,70 com alta de 0,07% e o setembro/26 foi negociado por R$ 71,20 com perda de 0,56%. 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho teve poucos altos e baixos neste primeiro dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorizações apenas em Sorriso/MT e Machado/MG, enquanto as valorizações apareceram somente em Jataí/GO e Rio Verde/GO. 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda