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COP 30: Sistema CNA/Senar promove Dia do Agro

O Sistema CNA/Senar realizou, na quarta (19), o Dia do Agro, no estande da Blue Zone, que reuniu lideranças, produtores e especialistas do setor para debater, em dois painéis, os temas “Produtores rurais como agentes da ação climática” e “O legado da COP 30”.

Durante a manhã, os participantes discutiram iniciativas e compartilharam experiências sobre o que o agro brasileiro já faz para contribuir como parte da solução dos problemas climáticos e para garantir uma produção sustentável e a segurança alimentar e energética.

Agentes – O primeiro debate teve a participação do presidente da Federação dos Agricultores do Canadá (CFA), Keith Currie, do vice-presidente de Relações Internacionais da CNA, Gedeão Pereira, e da produtora rural Hortênsia Osaqui, proprietária da Fazenda Bacuri, no Pará.

A moderação do painel foi feita pelo diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, que destacou o protagonismo do agro em sistemas produtivos que fixam carbono no solo e no debate sobre mudanças climáticas nos últimos anos.

O presidente da CFA falou sobre a experiência canadense e do envolvimento dos produtores com boas práticas para garantir que as próximas gerações possam produzir também com sustentabilidade. Na sua avaliação, a agricultura também é parte das soluções e, por isso, é necessário aproveitar as oportunidades.

 

Ele ressaltou, no entanto, que os produtores, apesar de fazerem sua parte, precisam de suporte em termos de financiamentos de ações climáticas de agricultura para que a atividade se consolide como líder em soluções.

O vice-presidente de Relações Internacionais da CNA, Gedeão Pereira, lembrou a transformação que a agricultura tropical brasileira teve nos últimos anos, graças ao trabalho de instituições como a Embrapa, que fez com que o país passasse de importador a um dos maiores exportadores de alimentos do mundo.

Gedeão destacou que o processo de transformação da agricultura tropical se deu com base no aumento de produtividade, ampliando a produção no mesmo espaço, o que fez com que a população brasileira e mundial tivesse acesso a alimentos saudáveis, sustentáveis e a preços acessíveis.

Com o crescimento da população mundial nas próximas décadas, afirmou, o papel do Brasil será fundamental para garantir a segurança alimentar, ao mesmo tempo que o país será, por meio da agricultura, liderança na questão climática.

Hortênsia Osaqui falou sobre sua trajetória na produção de bacuri e em produtos derivados como geleia. Segundo ela, as frutas adaptadas à região ajudam a manter a floresta e as árvores nativas, além da exploração do turismo rural, o que contribui para a sustentabilidade da produção e reduz a pegada de carbono.

 

Legado – Na segunda parte da programação, lideranças do setor produtivo, especialistas e parlamentares avaliaram o legado do agro na COP 30, destacando a participação ativa do setor nas discussões e o protagonismo obtido pelo setor nesta e nas próximas conferências do clima.

O presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço, destacou a criação da AgriZone, espaço da COP 30 exclusivo para que o agro mostrasse o que fez e o que faz em termos de produção sustentável.

Segundo ele, além de produzir alimentos e bioenergia, o setor também cumpre uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo. Desta forma, afirmou, o agro brasileiro deu seu recado desconstruindo narrativas equivocadas e o mundo passou a ter uma melhor compreensão sobre o compromisso do produtor rural brasileiro com a sustentabilidade.

O enviado especial da agricultura para a COP 30, Roberto Rodrigues, disse que a COP foi um divisor de águas para o agro brasileiro, que se posicionou perante o mundo, mostrando o seu legado em prol da sustentabilidade e como solução climática.

O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), destacou a importância do agro brasileiro como produtor de biocombustíveis e como sequestrador de carbono, e o trabalho do Poder Legislativo com a aprovação de projetos que colocam o país na vanguarda da sustentabilidade.   

Por sua vez, o deputado federal Henderson Pinto (MDB/PA) afirmou que a partir desta COP o mundo não pode ignorar um setor que representa quase 30% do Produto Interno Bruto (PIB) e alimenta mais 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, adotando as práticas mais sustentáveis do planeta.

O diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Muhammad Ibrahim, disse que o Brasil e a América Latina são referências em agricultura de baixo carbono e inovações tecnológicas e esses e outros fatores ajudam a região a contribuir para o enfrentamento às mudanças climáticas.

A representante da Organização Mundial dos Agricultores (WFO), Luisa Volpe, disse que participou de várias conferências do clima e, na sua opinião, a COP 30 é a única em que ela viu o protagonismo do agro como solução para as mudanças climáticas.

Já presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella, falou que o agro brasileiro sai muito mais forte da COP 30 e mais ciente da missão de colaborar com práticas e tecnologias para o enfrentamento da questão.

O coordenador da FGV Agro, Guilherme Bastos, também destacou a mensagem dada pelo setor em relação ao compromisso com a sustentabilidade e por meio da adoção de tecnologias que sequestram carbono e passa a estar cada vez mais no centro das discussões climáticas.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda