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Chuvas intensas no Norte ainda sustentam pastagens, mas redução já começa a aparecer

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A região Norte do Brasil segue sob influência de chuvas volumosas neste início de maio, com destaque para áreas do Pará e Amazonas, conforme análise da meteorologista Estael Sias, da Metsul. A avaliação foi feita com base em imagens de satélite e projeções para os próximos cinco dias, indicando onde, quando e como a chuva deve ocorrer, além dos impactos diretos para o pecuarista. O cenário ainda favorece a manutenção das pastagens, mas já sinaliza uma mudança gradual no padrão climático.

De acordo com Estael Sias, as imagens mais recentes de satélite mostram grande concentração de nuvens carregadas, principalmente entre o sul do Amazonas e o sudoeste do Pará. “A gente observa uma condição de chuva até forte nessas áreas, com destaque para regiões que ainda estão em plena fase de invernada”, explica. Esse comportamento climático garante umidade no solo e mantém o capim em boas condições para o gado.

Os acumulados previstos para os próximos cinco dias chamam atenção, principalmente no norte do Pará, onde os volumes podem ultrapassar 150 milímetros. Em áreas próximas à capital, os índices variam entre 100 e 175 milímetros, considerados elevados mesmo para a região. Esse volume expressivo contribui diretamente para a produtividade das pastagens e reduz a necessidade de suplementação neste momento.

Regiões com maior volume ainda favorecem o pecuarista

Além do Pará, o Amazonas também apresenta volumes significativos, com várias áreas registrando acumulados acima de 100 milímetros ao longo da semana. Segundo Estael, essas chuvas são típicas da fase final do período chuvoso na região. “Ainda é um momento de bastante umidade, com muitas nuvens e precipitações frequentes”, destaca.

Esse cenário é positivo para o pecuarista, que consegue manter o rebanho a pasto com menor custo operacional. A oferta de forragem permanece elevada, permitindo bom desempenho dos animais. Na prática, isso significa maior eficiência produtiva e menor pressão sobre o caixa da propriedade.

Por outro lado, nem toda a região Norte apresenta o mesmo comportamento climático. Estados como Rondônia, Acre e Roraima já registram volumes mais baixos, indicando uma redução gradual das chuvas. Essa diferença entre áreas exige atenção, já que o manejo precisa ser ajustado conforme a realidade local.

A especialista reforça que essa variação é comum nesta época do ano. “Quando a gente olha o acumulado de cinco dias, percebe que algumas áreas já começam a ter menos chuva, o que indica uma mudança no padrão climático”, afirma. Essa transição precisa ser acompanhada de perto pelo produtor.

Transição para período seco exige planejamento

Apesar do cenário ainda favorável em parte da região, o Norte do Brasil começa a dar sinais de entrada no período menos chuvoso. A tendência é de redução gradual dos volumes ao longo das próximas semanas, o que pode impactar diretamente a qualidade das pastagens.

Segundo Estael, esse movimento já é esperado dentro do calendário climático da região. “O Norte aos poucos começa a ter um padrão mais seco, com diminuição dos acumulados de precipitação”, explica. Essa mudança ocorre de forma progressiva e varia entre os estados.

Para o pecuarista, esse é o momento ideal para se antecipar e planejar os próximos passos. Estratégias como reserva de alimento, ajuste de lotação e avaliação da capacidade de suporte da pastagem passam a ser fundamentais. A antecipação pode evitar perdas e garantir melhor desempenho do rebanho.

Além disso, acompanhar as atualizações da previsão do tempo se torna ainda mais importante. Mudanças rápidas podem ocorrer, especialmente em períodos de transição, exigindo decisões ágeis dentro da propriedade.

Informação climática é aliada na tomada de decisão

A análise detalhada das condições meteorológicas permite ao produtor rural tomar decisões mais seguras e estratégicas. Em um país de dimensões continentais como o Brasil, entender o comportamento do clima em cada região é essencial para o sucesso da atividade pecuária.

Estael Sias destaca a importância de levar informação de qualidade ao campo. “A gente estará todos os dias trazendo essas atualizações e tirando dúvidas, justamente para ajudar o produtor rural na tomada de decisão”, afirma. O acompanhamento frequente pode fazer diferença nos resultados.

Com chuvas ainda presentes, mas em redução gradual, o pecuarista do Norte precisa equilibrar o aproveitamento das boas condições atuais com o preparo para um cenário mais seco. Essa combinação entre observação e planejamento é o que garante eficiência ao longo do ano.

 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda