Notícias

Cecafé debate como cadeias de abastecimento podem enfrentar ruptura no transporte marítimo

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) participou, nesta sexta-feira, 15, da mesa redonda virtual “Resistindo à tempestade: Como as cadeias de abastecimento podem enfrentar a ruptura no transporte marítimo”, realizada pela Swiss Coffee Trade Association (SCTA), com a presença de líderes da cadeia mundial de suprimentos, da produção a exportação e armadores.

Nicolas Rueda, presidente do Cecafé, foi um dos explanadores no painel “Logística – um mergulho profundo no futuro do transporte”, que debateu os desafios causados pela grave crise operacional no comércio marítimo mundial. Ao mencionar a reviravolta no desempenho das exportações brasileiras de café, que eram positivas até o acumulado de julho, ele explicou que isso é reflexo da continuidade dos gargalos logísticos, problemas estruturais que extrapolam as fronteiras do Brasil e do produto.

De acordo com Rueda, a continuidade dos entraves no comércio marítimo global, com constantes atrasos causados pela falta de espaços nos navios e de contêineres, além de sucessivos cancelamentos de bookings, fez com que o Brasil deixasse de exportar cerca de 4 milhões de sacas entre maio e setembro deste ano.

Na sequência, o diretor geral do Cecafé, Marcos Matos, debateu “Os grandes temas de sustentabilidade para os próximos dez anos. Alcançaremos as demandas do Desafio do Café Sustentável e como as associações podem ajudar?”.

Durante o painel, foram apresentadas as novas legislações na Alemanha, relacionada aos direitos humanos, bem como as discussões preliminares no âmbito da União Europeia sobre a importação de commodities, entre elas o café. Pela proposta, os importadores europeus precisarão fazer uma rigorosa due diligence sobre o que importam, com um sistema que avaliará países de acordo com o nível de risco de desmatamento. Além disso, sugere-se a implantação de diversas obrigações de estrita rastreabilidade, a partir do local onde as commodities foram produzidas.

Diante do exposto, Matos defendeu o compromisso do Brasil com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) e com as legislações social, ambiental e de segurança alimentar, que citou como pilares importantes para a entidade. “Temos trabalhado intensamente para avançar de forma positiva nesses temas, com a restruturação de programas anteriores, desenvolvimento de novos projetos e realização de parcerias estratégicas, que estão sendo liderados pelo Cecafé no Brasil”.

O diretor do Conselho também apresentou a importância da cafeicultura na elevação do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) nas regiões produtoras do Brasil, que possuem indicadores superiores à média, bem como destacou, com base nos dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que o café não está relacionado ao desmatamento no país, com os produtores, em média, tendo percentuais de preservação acima dos exigidos pelo Código Florestal Brasileiro.

Ao apresentar outros projetos em andamento, como a análise das emissões de carbono na produção de café e suas oportunidades comerciais, Matos convidou a todos para conhecerem mais as iniciativas do setor exportador brasileiro e a integrarem as ações do Cecafé, em um trabalho cooperativo, que se alinha com o slogan do evento da SCTA: “Juntos rumo ao amanhã e a década decisiva”.

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda