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Asplan realiza lançamento de safra 2025/2026 e abre oficialmente o período da colheita da cana-de-açúcar na Paraíba

Uma cultura que existe há mais de 500 anos, que apesar dos altos e baixos, sobrevive independente de governos, se reinventa, é a mais expressiva da Paraíba e é reconhecida e respeitada. Essa é a cultura canavieira e nesta quinta-feira (31), a Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), entidade que engloba os fornecedores de cana do estado, algo em torno de 1.600 produtores, entre micros e grandes plantadores, reuniu seus associados e convidados para fazer a abertura da safra 2025/2026. O encontro aconteceu na sede da entidade, em João Pessoa e teve a participação do deputado estadual, Tovar Correia Lima e associados, além de convidados.

O Diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira, foi o Mestre de Cerimônias da solenidade e antes da fala do presidente da Asplan, José Inácio de Morais, o Padre Salvador conduziu um momento ecumênico que culminou com a benção da diretoria da Asplan e de todos os presentes. Em sua fala, o dirigente canavieiro reforçou a importância do papel da cana-de-açúcar no mercado local e nacional e da crença do produtor em acreditar que dias melhores virão. “A cana é uma cultura que tem tradição, é importante para a economia nacional, tem grande empregabilidade no campo e sobrevive a qualquer governo. E para isso basta que o produtor acredite, faça a sua parte da porteira para dentro, o dever de casa, acredite e trabalhe. Essa é nossa missão e a desempenhamos muito bem”, disse José Inácio.

Em seguida aconteceu o primeiro painel sobre ‘O cenário econômico do agronegócio’ que foi conduzido pelos economistas Werton Oliveira e Cristiano Aguiar. Werton abordou pontos do cenário macroeconômico, com foco na agricultura. “O PIB tem desacelerado, mas ainda sem sinais claros de que vai continuar assim. Os juros do Brasil ainda são muito altos, o que compromete o crédito. A inflação influencia nestes juros mais altos. A dívida pública também precisa ser analisada mais de perto, porque temos tido um acendente muito forte nos últimos anos e, por fim, o cenário internacional que está complexo”, disse o economista, lembrando que o Brasil está tendo um crescimento positivo com tendência a essa manutenção. Sobre 2025, há expectativa de crescimento de 2,5%, disse ele.

O vice-presidente da Asplan, Pedro Campos Neto, que também é presidente da Câmara Setorial do Açúcar e do Álcool do MAPA e da Unida falou sobre a frustração do setor em relação ao Plano Safra que teve os juros aumentado em torno de 1,5%. Em relação à cultura canavieira, ele lembrou que 80% do Plano é direcionado a custeio e apenas 20% para investimento. “Como nossa maior necessidade de recursos é para investimento, esse baixo percentual pesa muito”, enfatizou Pedro, lembrando que no próximo dia 14 de agosto, na sede da FAEPA, haverá uma apresentação sobre custo de cana. “O principal é ser eficiente, moer bem, colher na hora certa. Da porteira para dentro depende da gente”, reforçou ele, convidando todos para a apresentação dos resultados no dia 14.

O economista e assessor financeiro da Asplan, Cristiano Aguiar, abordou detalhes do ‘Plano Safra 2025/2026’ reiterando que apesar dos juros mais altos em relação ao ano anterior, o plano traz uma nuance interessante que é o foco no médio produtor, com vários produtos para esse público, o que favorece boa parte dos fornecedores de cana associados.  Em seguida, os representantes dos bancos Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco do Nordeste teceram falas sobre linhas de crédito com foco no produtor rural.

O terceiro painel sobre “Melhoramento genético: presença da RIDESA nos canaviais da Paraíba”, foi conduzido por Djalma Euzébio do PMGCA/UFRPE/RIDESA e pelo Doutor em Fitopatologia, Willams Oliveira, e o Mestre em melhoramento genético da RIDESA, Amaro Epifânio. Os pesquisadores abordaram a importância das novas variedades na melhoria da produção canavieira e do desenvolvimento de pesquisas de novas variedades e, neste aspecto, Djalma lembrou que a Asplan acaba de renovar o contrato de licenciamento com a RIDESA por mais cinco anos, permitindo que os associados da entidade possam plantar as novas variedades RB, sem nenhum ônus. A RIDESA tem a patente de 116 variedades e lançará mais 18, no dia 22 de outubro, em Ribeirão Preto (SP).

O presidente da Asplan avaliou o lançamento como muito positivo. “Preparamos esse evento que marca o início de mais uma safra com foco em atualizar nossos associados com informações importantes e atingimos nosso objetivo. Recursos, economia global, cenários e perspectivas, variedades e Plano Safra são questões cruciais para nós e abordamos tudo isso, com muita propriedade, com palestras de alto nível e bom conteúdo e ainda fomos abençoados pelo Padre Salvador que nos lembrou que fé e trabalho são fundamentais em todas as atividades, especialmente na nossa, de forma que saímos daqui otimistas, mantendo a esperança que essa será uma boa safra”, finalizou José Inácio. Ele elogiou ainda a condução da solenidade, que foi feita pelo Diretor do Departamento Técnico, Neto Siqueira e a decoração dos ambientes que foi toda feita pela equipe da Asplan. O evento foi encerrado com o almoço.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda