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Risco de El Niño ‘muito forte’ acende sinal vermelho para a biossegurança na pecuária

 

A pecuária brasileira inicia o segundo semestre do ano em estado de atenção máxima. Um novo boletim elaborado por sete órgãos federais aponta que o El Niño tem 81% de probabilidade de atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro, com projeção de se manter ativo pelo menos até o início de 2027.  O cenário amplia significativamente o risco de desastres no Brasil e direciona o foco do setor produtivo para a vulnerabilidade da sanidade animal diante de eventos climáticos extremos.

Enquanto o excesso de chuva e lama favorece a proliferação de patógenos, os períodos de seca reduzem a oferta nutricional e afetam o sistema imunológico do gado. Com isso, a biossegurança passa a ser a principal barreira de defesa para evitar surtos infecciosos capazes de interditar fazendas e comprometer o fluxo de abastecimento de toda a cadeia de carne e leite.

“O clima interfere diretamente na capacidade de controlar riscos sanitários. Quando o ambiente favorece a sobrevivência e a disseminação de patógenos, qualquer falha operacional tem consequências muito maiores. Em momentos como esse, a prevenção passa a ser uma estratégia de continuidade do negócio”, afirma Vinicius Dias, CEO do Grupo Setta.

Os desafios variam conforme a região. No Sul, o excesso de chuvas, com alto risco de inundações, deixa água parada em currais, corredores e áreas de manejo, dificultando a limpeza e prolongando a sobrevivência de vírus, bactérias e fungos nas superfícies. Essa umidade persistente favorece o surgimento de doenças respiratórias e problemas de casco, principalmente em confinamentos.

No Norte e no Nordeste, a seca severa reduz a oferta de pasto e eleva o estresse térmico e nutricional do rebanho. Sob pressão, os animais perdem imunidade e ficam expostos a infecções oportunistas, o que derruba o desempenho produtivo. A busca por água intensifica a movimentação entre propriedades, elevando o risco de contaminação cruzada entre plantéis.

Fora das fazendas, a logística surge como outro ponto crítico. Caminhões que circulam entre propriedades, leilões e frigoríficos tornam-se vetores de agentes infecciosos se não passarem por uma descontaminação rigorosa, tarefa dificultada pelo acúmulo de barro e matéria orgânica em dias chuvosos.

O TADD System, desenvolvido pelo Grupo Setta, está entre as tecnologias utilizadas para acelerar a desinfecção. Ao aplicar calor controlado para secar e desinfetar veículos de transporte em minutos, reduz-se o risco de o patógeno migrar de uma propriedade para outra sem a necessidade de reter a frota por longos períodos.

“A diferença, nesses meses, está na velocidade. Quanto mais rápido o caminhão volta limpo para a estrada, menor a janela para o agente infeccioso circular. Quando o protocolo não depende de execução manual a cada viagem, ele ganha previsibilidade, e é isso que sustenta a confiança de quem compra”, avalia Dias. 

Diante de fenômenos extremos cada vez mais frequentes, o ajuste dos protocolos sanitários passou a ocupar o planejamento estratégico do setor. O investimento em biossegurança protege o rebanho, evita perdas financeiras e preserva a credibilidade do produtor junto a um mercado comprador exigente com a rastreabilidade e a segurança alimentar.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda