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Dólar recua contra real após relatório de emprego fraco nos EUA

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 O dólar caía nesta manhã de sexta-feira, à medida que os investidores digeriam dados de emprego dos Estados Unidos bem mais fracos do que o esperado, tentando avaliar se o relatório de setembro será suficiente para levar o Federal Reserve a cortar seu estímulo já no mês que vem.

O Departamento do Trabalho norte-americano informou nesta sexta-feira que foram criados 194 mil postos de trabalho fora do setor agrícola dos EUA no mês passado, leitura bem abaixo da expectativa em pesquisa da Reuters, de abertura de 500 mil vagas. As estimativas variavam de 250 mil a 700 mil postos.

Havia grande expectativa dos mercados globais pela divulgação do “payroll”, como é conhecido o relatório, uma vez que — nas palavras do chair do Fed, Jerome Powell — um resultado “decente” permitiria que o banco central começasse a cortar suas generosas compras mensais de títulos já em novembro.

A cifra bem abaixo do esperado, no entanto, deixa essa perspectiva em dúvida, explicou Anilson Moretti, chefe de câmbio da HCI Invest. A princípio, “isso é bom para a valorização do real, mas também não sabemos agora o que o Fed vai fazer. Temos que acompanhar os próximos passos”.

Às 10:43, o dólar recuava 0,20%, a 5,5047 reais na venda. Instantes depois da divulgação do relatório de emprego, a divisa foi à mínima do dia, de 5,4776 reais, queda de 0,69%, mas já reduziu as perdas desde então.

Para Gustavo Cruz, economista e estrategista da RB Investimentos, é normal que o mercado apresente dúvidas, “mas a visão de que não vão começar (a reduzir estímulos) em novembro me parece muito precipitada”, uma vez que outros aspectos do relatório, como a taxa de desemprego e os ganhos salariais, foram positivos.

Além disso, ele percebe maior uniformidade nos discursos recentes das autoridades do Fed — que há poucos meses pareciam muito divididas –, o que sinaliza que há convergência crescente dentro do banco de que o “tapering” (corte de suporte monetário) pode começar em breve.

No Brasil, as atenções recaíam sobre o IPCA, que subiu 1,16% em setembro, segundo dados do IBGE desta sexta-feira, acumulando em 12 meses avanço de 10,25. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de alta de 1,25% no mês e de 10,33% em 12 meses.

Embora levemente abaixo do esperado para o período, o dado “ainda veio muito alto”, disse Moretti, da HCI Invest.

Ele relembrou que, mesmo diante dos sinais de inflação crescente, o Banco Central deixou de promover elevação mais agressiva da Selic em sua última reunião, quando subiu a taxa em 1 ponto percentual, a 6,25% ao ano. Alguns participantes do mercado chegaram a precificar alta de até 1,5 ponto percentual para o encontro de setembro da autarquia.

Nesse contexto, “o dólar segue na tendência de ganhos”, explicou, acrescentando que os sinais de aceleração global da inflação levam a expectativas de juros mais altos em economias avançadas. “Isso faz o investidor estrangeiro esquecer de países emergentes.”

O dólar caminhava para registrar alta de 2,4% em relação ao fechamento da última sexta-feira, o que configuraria seu ganho semanal mais acentuado desde o início de julho.

Na véspera, o dólar subiu 0,54%, a 5,5155 reais, maior patamar desde 20 de abril (5,5486 reais).

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda