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CNA e Federações discutem Documento Eletrônico de Transporte

A Comissão Nacional de Logística e Infraestrutura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na quarta (6), para discutir o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) e a Política Nacional de Mobilidade Rural e Apoio à Produção – Estradas da Produção Brasileira.

Na abertura do encontro virtual, o presidente do colegiado e da Federação da Agricultura e Pecuária da Paraíba (Faepa-PB), Mário Borba, afirmou que diversos projetos e demandas defendidos pelo setor há 20 anos, para melhorar o escoamento de produtos agropecuários, estão sendo atendidos agora.

“Nos últimos anos temos evoluído principalmente na questão das concessões ferroviária e rodoviária. Ainda faltam resolver outros problemas de infraestrutura e logística, mas o alcançado até o momento é um avanço”, disse Borba.

O Documento Eletrônico de Transporte (DT-e), criado pela Lei 14.206/2021, foi tema da pauta da reunião. O objetivo da plataforma é unificar uma série de documentos e informações cadastrais exigidos durante o transporte de cargas no Brasil.

Segundo a assessora técnica da Comissão, Elisangela Pereira Lopes, o DT-e pretende reduzir a burocracia, o tempo de operação de fiscalização dos caminhões e os custos de transportes pagos pelo setor produtivo, além de auxiliar na melhoria da renda do caminhoneiro.

A diretora de Programa da Secretária Executiva do Ministério da Infraestrutura (Minfra), Mariana Pescatori, foi convidada para falar sobre o tema. De acordo com ela, a ideia é o documento fazer toda identificação, monitoramento e fiscalização de forma eletrônica, reduzindo as paradas, que duram em média 6 horas por viagem.

“Na Lei 14.206/2021, a emissão prévia é obrigatória em formato digital, sem necessidade de comprovante ou documento auxiliar”, explicou Mariana.

A representante do Minfra destacou ainda que o DT-e vai trazer ganhos para o embarcador (maior transparência sobre a ação de intermediários e frete mais barato com maior giro); transportador de frota (redução de carga burocrática e frete rodoviário mais competitivo) e para o caminhoneiro (combate informatizado à Carta Frete e menos paradas para fiscalização).

A implantação do DT-e dependerá de decreto de regulamentação com a especificação do cronograma de implementação e dos órgãos federais aptos a realizar adaptações e migrações para novo sistema.

Segundo planejamento do governo, o documento vai começar a valer primeiro para o transporte de granéis vegetais e minerais. Em seguida para as cargas fracionadas, animais vivos, granéis líquidos e por fim, cargas gerais e produtos perigosos.

Outro assunto discutido na reunião foi o Projeto de Lei 1.146/2021, que estabelece a Política Nacional de Mobilidade Rural e Apoio à Produção – Estradas da Produção Brasileira. O objetivo do PL, de autoria do deputado Christino Aureo (PP-RJ), é assegurar a locomoção e o bem-estar socioeconômico das pessoas e suas famílias, por meio de estradas vicinais e o escoamento dos produtos agropecuários.

O projeto de lei também prevê a criação de um conselho consultivo das estradas da produção brasileira com a participação de diversos órgãos e representações de classe, como a CNA.

As estradas vicinais são responsáveis por canalizar a produção agropecuária para um sistema viário de nível superior, centros de armazenagem, consumo, industrialização, comercialização ou exportação, além de assegurar o acesso rodoviário a núcleos populacionais carentes.

“Esses tipos de estrada são de jurisdição municipal, portanto a conservação é de responsabilidade das prefeituras. Para que as obras nas estradas vicinais sejam realizadas, é necessária a formalização de convênios entre o governo do estado e as prefeituras, inclusive com a participação do setor privado. O PL é uma iniciativa única e louvável, que merece apoio e ajustes necessários para ser replicado nos municípios, levando em consideração suas especificidades”, explicou Elisangela.

O assessor técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Nilson Camargo, informou que o governo do estado tem um programa de manutenção de estradas vicinais com patrulhas rodoviárias. “O município de Toledo, por exemplo, tem pavimentado rodovias com 50% do investimento vindo dos produtores rurais e o restante do município”, disse.

Já o diretor vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, Fábio Avancini Rodrigues, afirmou que em alguns municípios do estado, como Caxias do Sul, tem ocorrido a pavimentação das estradas vicinais. Rodrigues sugeriu que é importante inserir no Projeto de Lei qual seria a fonte de recursos para a manutenção das estradas vicinais.

Durante o debate, a assessora Elisangela apresentou o estudo “Estradas Vicinais x Escoamento da Produção Agropecuária do Brasil”, que foi elaborado pela CNA com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e das Federações de Agricultura e Pecuária Estaduais sobre os sistemas viários e produção agropecuária.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda