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?A agricultura brasileira é de baixo carbono?, diz deputado Marcelo Ramos

Autor do Projeto de Lei 528/21, que regula o mercado nacional de crédito de carbono, o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), destacou nesta terça-feira (28), na reunião almoço da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que “a agricultura por ser uma cadeia produtiva de baixo carbono, não será incluída nos setores que terão metas para emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.”

Segundo o deputado, a proposta em tramitação na Comissão de Meio Ambiente (CMADS) concentra a definição de metas para atividades energética e industrial que são responsáveis por 70% das emissões de carbono no mundo.

“O que existe hoje no país é um mercado voluntário, em que algumas empresas assumem metas ambientais por conta própria, como forma de sinalizar suas práticas para investidores, parceiros comerciais e consumidores,” afirmou. O texto estabelece regras para a compra e venda de créditos de carbono no País – certificado que atesta e reconhece a redução de emissões de gases do efeito estufa.

A proposta incentiva o mercado voluntário de carbono e cria um sistema nacional de registro de emissões, com a regulamentação no período de dois, até cinco anos pelo Ministério da Economia.

De acordo com o deputado Marcelo Ramos, o desejo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), é aprovar a proposta antes da CoP-26, que está prevista para ocorrer entre 1° e 12 de novembro em Glasgow, na Escócia.

“Estamos apresentando um projeto equilibrado e a aprovação no Congresso Nacional é fundamental para que o Brasil apresente uma boa imagem ao mundo na CoP, que vai tratar justamente do artigo sexto do Acordo de Paris, que prevê a adoção de um mercado internacional de carbono.”

O sistema já está previsto desde 2009 na Política Nacional sobre Mudança do Clima. Na reunião, o presidente da (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), ressaltou a importância de convergência do texto em conjunto com o setor agropecuário.

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“O instrumento pode ajudar o país não apenas a cumprir com seus objetivos climáticos, mas a se posicionar estrategicamente para aproveitar as oportunidades econômicas que serão criadas para a cadeia produtiva no Brasil.”

Pauta verde

Coordenador da comissão de meio ambiente da FPA, o deputado Zé Vitor (PL-MG), reforçou que a bancada está definindo cerca de seis projetos para votação no Congresso e apresentação na CoP-26. “Precisamos de legislações que representem a sustentabilidade do país para fazermos um bom diálogo com os mercados internacionais,” disse o parlamentar.

“Não adianta a gente falar só para nossa bolha, precisamos de prática e apresentar soluções concretas para trocarmos com o mundo. Sem projetos regulamentados vamos à CoP-26 só para ver apresentações,” afirmou o deputado Zé Silva (SD-MG).

Já o ex-presidente da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), ressaltou que o Brasil precisa ser apresentado ao mundo com o selo verde, país que produz com responsabilidade ambiental. “Nós queremos a valorização disso de maneira sistêmica, porque o nosso país não tem débito e sim crédito a receber. O nosso setor é o que mais protege o meio ambiente e sequestra carbono,” frisou.

“Essa pauta verde traz rentabilidade para o agro, vamos encaminhar propostas positivas ao governo para que tenhamos uma discussão técnica e de forma aberta com a comunidade internacional,” finalizou o deputado Neri Geller (PP-MT).

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda