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Com a safra temporã no fim, recebimento nacional de cacau recua 33,9% em agosto

A Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) registrou queda de 33,9% no recebimento de amêndoas no mês de agosto. De acordo com o levantamento feito pelo SindiDados, as indústrias receberam 19.993 toneladas, ante as 30.271 toneladas de amêndoas recebidas em julho. Uma certa redução no volume já era esperada, uma vez que a safra temporã está chegando ao final e se encerra em setembro. “De forma geral, a safra temporã teve um desempenho melhor do que a safra principal, como já é de costume. Vale destacar que os números da Bahia neste temporão foram muito bons, mas com uma redução considerável dos recebimentos do Pará”, pondera Anna Paula Losi, diretora-executiva da AIPC.

De fato, durante os meses da safra temporã, as indústrias registraram um aumento de 22,1% no volume total de amêndoas recebidas em relação ao mesmo período de 2020. Entre maio e agosto, foram recebidas 111.503 toneladas de amêndoas, ante 91.299 toneladas registradas durante o mesmo período do ano passado. Boa parte desse crescimento foi puxado pela produção baiana, cujo recebimento cresceu 66,3% no período, passando de 47.343 toneladas em 2020 para 78.773 entre maio e agosto desse ano. No entanto, com o final da safra temporã, as perspectivas para a safra principal, que em geral é muito menor e que é colhida de outubro a abril, ainda são incertas. “Na melhor das hipóteses, o recebimento de amêndoas pela indústria moageira durante o período da safra principal ficará alinhado à média dos últimos cinco anos, ou seja, pouco mais de 65 mil toneladas, metade do volume médio que a indústria processa no mesmo período, que é de aproximadamente 130 mil toneladas”, diz Anna Paula Losi.

Acumulado do ano estável

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Apesar da melhora do recebimento durante a safra temporã, no acumulado de janeiro a agosto, o volume recebido ficou praticamente estável em 132.680 toneladas, ante 131.071 mil toneladas do mesmo período de 2020. Entre os fatores que contribuíram para a estabilidade do volume recebido estão a queda no recebimento nacional entre janeiro e abril, período final da safra principal. Nos quatro primeiros meses do ano o recebimento nacional recuou 46,7% e ficou em 21.177 toneladas ante as 39.770 toneladas do mesmo período de 2020. Outro fator que contribuiu para o cenário de recebimento estável foi a queda no recebimento de amêndoas do Pará, que recuou 40% no acumulado entre janeiro e agosto, passando de 58.826 toneladas entregues às indústrias em 2020 para 35.538 toneladas em 2021.

Esses volumes ficaram bastante abaixo da capacidade de moagem da indústria, que é de 275 mil toneladas. De janeiro a agosto, as associadas da AIPC moeram 149.079 toneladas, volume 8,4% acima das 137.503 toneladas processadas no mesmo período de 2020. Assim, para atender à demanda dos clientes internacionais e compensar o déficit de amêndoas nacionais, as indústrias precisaram importar 5.750 toneladas de amêndoas durante agosto, de acordo com dados compilados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a fim de complementar o volume processado e manter o parque fabril funcionando em níveis saudáveis.

Em agosto, as exportações de derivados de cacau cresceram 76,5% em relação a agosto de 2020, totalizando 6.580 toneladas. De janeiro a agosto, o setor soma embarques de 36.762 toneladas, uma alta de 16%. Em agosto, os principais países compradores foram Argentina (36,21%), Estados Unidos (34,11%) e Chile (16,37%).

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda