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Zona da Mata de Minas já prevê quebra de 40% na safra 21 de café arábica

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Enfrentando chuvas irregulares e altas temperaturas desde agosto, a região da Zona da Mata de Minas Gerais também terá a safra de café  2021 impactada pelas condições climáticas. Segundo dados da cooperativa Coocafé, a estimativa de quebra já está em 40% quando comparado com a produção da safra deste ano, considerando a bienalidade e os problemas climáticos que o cafeicultor vem enfrentando nas principais regiões produtoras do país. 

Segundo Pedro Antônio Silva Araújo, diretor comercial da Coocafé, produtores atendidos pela cooperativa já relatam perdas próximas de 40%. Em 2020 a região produziou uma média de 40 sacas por hectare. “Na safra 20 nossas lavouras produziram muito e os tratos culturais não acompanharam o desenvolvimento da lavoura. Já era esperado uma queda, mas as condições climáticas fazem diminuir ainda mais”, comenta. 

Para o ano que vem, a expectativa da produção é de 24 sacas por hectare em toda área. De acordo com dados da Coocafé, a primeira florada generalizada na região aconteceu entre o final de setembro e começo de outubro, com condições climáticas fora do ideal para o desenvolvimento da planta. “A chuva atrasou muito esse ano e além disso as temperaturas estavam altas demais, sempre entre 32 e 33ºC”, afirma. 

Como as chuvas não se regularizaram no pós florada, não houve pegamento do grão em boa parte da área. Já a segunda florada foi registrada na primeira semana de novembro, com temperaturas mais amenas, mas ainda com chuvas irregulares em toda área. “Nós ainda estamos enfrentando uma irregularidade das chuvas, estamos sem chuvas há três semanas e por isso as lavouras não estão apresentando a normalidade esperada”, comenta Araújo. 

Consequência do baixo volume de chuva, a área de poda já aumentou de maneira expressiva na Zona da Mata, apesar de ainda não ser possível quantificar o tamanho exato dos impactos. “Em função da alta produção desse ano e também da falta de chuva, muito produtor que percebeu que a planta não conseguirá produzir bem ano que vem, escolheu pela poda e muitas estão feitas de forma tardia”, acrescenta. 

Dados coletados nas estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indicam que não choveu de maneira expressiva em nenhuma área de café em Minas Gerais nos últimos 10 dias. Segundo os mapas, apenas uma área no extremo sul mineiro recebeu chuvas entre 40 e 50 mm. Desde março, toda a região cafeeira do país enfrenta volumes abaixo da média e temperaturas relativamente mais altas, comprometendo ainda mais o desenvolvimento da planta. 

Os números exatos para a próxima safra só poderão ser confirmados no primeiro semestre do ano que vem em todas áreas de produção. A partir de agora, segundo Pedro, o cenário ideal é de chuvas regulares e abrangentes em todas áreas, levando alívio para a planta e também suprindo as necessidades do solo. “Essa chuva é muito importante para o produtor conseguir dar sequência aos tratos culturais”, complementa. 

Do lado positivo, as previsões mais recentes indicam o retorno das chuvas mais expressivas para o Sudeste do Brasil a partir desta quarta-feira (2). O modelo Cosmo do Inmet, sinaliza que as chuvas devem chegar primeiramente pelo sul de Minas, com precipitação prevista entre 20 e 40 mm. A tendência é de avanço das chuvas nas demais áreas de café em todo o estado, com precipitação entre 20 e 30 mm, indicando ainda uma regularização das chuvas. 

 

 

 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda