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Tomate/Cepea: Mesmo com clima mais chuvoso, produtividade se sustenta pela tecnologia

Nesta safra de verão 2025/26, o clima mais úmido e temperaturas elevadas têm elevado a incidência de doenças fúngicas e bacterianas em campo, além de qualidade inferior, com frutos manchados. Apesar disso, o maior investimento em tecnologia proporciona produtividades equivalentes e, em alguns casos, superiores às da temporada anterior, embora venha recuando no decorrer da safra, conforme os problemas se acentuam. Reserva (PR), por exemplo, iniciou a colheita em outubro/25 diante de maior volume de chuvas. A umidade elevada aumentou a quantidade de doenças fúngicas e bacterianas, como a Mancha de Stemphylium, cancro-bacteriano, murcha-bacteriana e murcha de Verticillium, condição que reduziu a potencial produtivo da planta e resultou em um maior número de tomates manchados, impossibilitando a comercialização. O pico de colheita da primeira parte da safra ocorreu entre a última semana de novembro e primeira semana de dezembro, e as colheitas em campo aberto foram finalizadas em dezembro, com produtividade média estimada em 250 cxs/mil plantas. Para janeiro e fevereiro, a oferta da região é majoritariamente de cultivo protegido, que representa, aproximadamente, 10% da área. A segunda parte da safra 2025/26 tem início previsto para o mês de março. Em Itapeva (SP), o clima úmido a partir de outubro favoreceu a incidência de doenças bacterianas como a pinta-bacteriana, cancro-bacteriano e necrose da medula em algumas áreas – a produtividade média estimada na região é de 400 a 450 cxs/mil plantas. Esta semana, colaboradores consultados pelo Hortifrúti/Cepea relataram que os produtores que realizaram os primeiros transplantios da safra já estão finalizando as colheitas, com um maior volume de tomates ponteiros. Em Venda Nova do Imigrante (ES), as chuvas mais recorrentes a partir de outubro aumentaram a presença de doenças, como a pinta e a mancha-bacteriana, reduzindo o potencial produtivo da planta. Mesmo com as adversidades, as produtividades apresentaram patamares entre 15% e 20% superior ao mesmo período do ano passado. Entre o final de dezembro e primeira semana de janeiro, a praça enfrentou temperaturas elevadas, o que fez com que o ritmo de maturação ficasse mais acelerado, aumentando a oferta na região neste período. Em Nova Friburgo (RJ), o volume de tomates colhidos esta semana (12 a 16/01) é baixo, uma vez que a maioria das lavouras que realizaram o “plantio do cedo” estão finalizando as colheitas. Além disso, colaboradores consultados relataram que as temperaturas elevadas na semana anterior resultaram em um maior descarte de tomates de menor firmeza e qualidade. Em Caxias do Sul (RS), produtores estimam que as áreas devem apresentar boa produtividade, porém, por conta do clima úmido, observa-se uma maior incidência de mancha e pinta-bacteriana, assim como cercosporiose, que ainda não causam danos significativos às produções. A perspectiva é de que o pico de colheita ocorra ao longo do mês de fevereiro. Em Caçador (SC) e Urubici (SC), chuvas são frequentes, porém com volumes controlados. Ademais, os frutos colhidos apresentam boa qualidade e as produções apresentam resultados positivos, com perspectiva de intensificação de colheitas em fevereiro. Nas regiões de cultivo anual, como Serra da Ibiapaba (CE/PI), Norte do Paraná (PR), Carmópolis de Minas (MG) e Chapada Diamantina (BA), o volume de tomates colhidos em campo é menor em comparação a dezembro.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda