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Suasa completa 15 anos garantindo a qualidade da produção brasileira do campo à mesa

Você pode até não saber, mas existe um sistema único no Brasil responsável por garantir a qualidade na produção dos alimentos bem antes de eles estarem disponíveis ao consumo. É desde o campo que o controle e a fiscalização acontecem, perpassando todo sistema produtivo animal e vegetal para garantir produtos com qualidade nutricional e sanitária.

Conhecido como o SUS do agronegócio, o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) completa 15 anos nesta terça-feira (30). O objetivo do sistema é promover a saúde animal, a sanidade vegetal e a segurança alimentar. Este 30 de março marca a publicação do Decreto n° 5.741, que, em 2006, regulamentou o Sistema.   

“O SUASA é o marco da defesa agropecuária, garantindo a segurança da produção e dos alimentos. É o equivalente ao SUS no agro: de forma integrada, estruturas estáveis atuam reconhecendo a segurança na produção agropecuária como um bem comum”, declarou a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal, destaca que o Suasa congrega e integra ações do Mapa com as agências estaduais de da com os municípios, consórcios municipais e setor privado. “Com um destaque muito importante para o engajamento do produtor rural brasileiro nos programas de controle e erradicação de doenças animais e de pragas nos vegetais. O Sistema está presente na maioria dos municípios, tem capilaridade e está próximo ao setor rural”, diz. 

Integração

As regras definidas pelo Suasa são aplicadas de forma integrada atingindo todos os elos: produtores, consumidores e empresários do setor. Assim, é possível garantir identidade, qualidade e segurança higiênico-sanitária e tecnológica aos produtos. 

Tudo começa no local da produção primária. Ou seja, é no campo que são realizadas a fiscalização e a defesa sanitária animal e vegetal. Também há a fiscalização dos insumos e serviços utilizados na produção, como vacinas e ração na agropecuária e fertilizantes e sementes na agricultura. 

Após a produção, os produtos são inspecionados e classificados, conforme critérios fitossanitários, até chegar às gôndolas dos estabelecimentos comerciais. É esse ciclo que garante a segurança alimentar dos produtos, seja no mercado interno ou nas mesas estrangeiras, quando destinados à exportação. 

A produção e o comércio de produtos de origem animal e vegetal seguros e de qualidade é fundamental para o abastecimento interno e para a saúde e o bem-estar da população. Além disso, contribui para o desenvolvimento socioeconômico brasileiro.

Articulação federativa 

A diretora de Suporte e Normas do Mapa, Judi da Nóbrega, explica que para que os alimentos possam circular por todo o território nacional é necessário que os requisitos de segurança dos produtos, estabelecidos pelos diversos entes federativos, sejam semelhantes, principalmente no que diz respeito aos conceitos, princípios e procedimentos de inspeção executados pelo Poder Público. 

“A rígida fiscalização também promove a concorrência leal entre os agentes que atuam nos setores agropecuários e a proteção destes em relação a práticas desleais e a riscos de doenças e pragas exóticas no País”, afirmou.  

Além do Mapa, representado pela Secretaria de Defesa Agropecuária, também compõem o Suasa órgãos dos estados, Distrito Federal, Municípios e seus consórcios públicos; os produtores e trabalhadores rurais; os fabricantes de produtos e insumos; as associações representativas; os técnicos que lhe prestam assistência; órgãos de fiscalização das respectivas categorias profissionais; e as entidades gestoras de fundos organizados pelo setor privado. Nas questões atinentes à saúde pública, o Suasa articula-se com o SUS. 

Como parte desse Sistema, foram criados os Sistemas Brasileiros de Inspeção de Produtos e Insumos Agropecuários, conhecidos como Sisbi. Essas são as ferramentas legais disponibilizadas para que se proceda uma articulação federativa efetiva entre a União, os Estados e os Municípios, cabendo ao Mapa atuar como instância central e superior e órgão coordenador. 

 Marcos Legais 

Apesar de a Política Agrícola ter sido mencionada na Constituição Federal de 1988, ela foi pouco detalhada, não estabelecendo o compartilhamento de responsabilidades entre os entes federativos, sendo a questão remetida às legislações ordinárias e suas regulamentações. 

Em 1991, então, foi publicada a Lei n° 8.171, que instituiu a Política Agrícola brasileira. Mesmo tendo sido selecionada como um de seus instrumentos, a Defesa Agropecuária só foi estabelecida legalmente com a publicação da Lei n° 9.712/1998, que ficou conhecida como a “Lei da Defesa Agropecuária”. 

Instituído pela Lei de 1998, o Suasa, no entanto, somente foi regulamentado pelo Decreto n° 5.741, em 2006. 

Avanços 15 anos 

Ao longo dos últimos 15 anos, a atuação do Suasa permitiu avanços na questão sanitária da produção nacional. O Mapa destaca alguns fatos marcantes que contribuíram para o aumento da produção e comercialização dos produtos com ainda mais segurança.  

Febre aftosa

2006 – O Brasil convivia com a reintrodução da doença em sua zona livre com vacinação e trabalhava, incessantemente, para restituir o status sanitário da maior parte dessa zona, suspenso pela Organização Mundial de Saúde Animal – OIE no ano anterior.
2021 – O Brasil mantém a condição de livre de febre aftosa em todos país e avança com o processo de implantação de novas zonas livres de febre aftosa sem vacinação.

 Peste Suína Clássica (PSC)

2006 – O Brasil mantinha sua zona livre da doença, com reconhecimento nacional desde 2001 e com a última ocorrência dela registrada em 1998.
2021 – O Brasil avançou, conquistou o reconhecimento internacional, junto à OIE, de duas zonas livres da doença em 2015 e 2016, contemplando dezesseis unidades da Federação e beneficiando mais de 90% da produção comercial de suínos do país

 Encefalopatia Espongiforme Bovina

2006 – O Brasil era classificado pelos países importadores, conforme as classificações de riscos que adotavam.

2021 – O Brasil mantém as medidas de vigilância e a classificação de todo país com o Risco de EEB insignificante, junto com somente outros 49 países, conquistado perante à OIE em 2012.

 Outras certificações zoossanitárias internacionais

2006 – O Brasil mantinha a condição sanitária nacional de livre de peste bovina, doença com última ocorrência registra em 1921; mantinha suas ações de prevenção e o país livre de pleuropneumonia contagiosa bovina, peste equina e peste dos pequenos ruminantes, doenças nunca registradas no território nacional.

2021 – O Brasil mantém suas certificações sanitárias de livre de peste bovina (PB), pleuropneumonia contagiosa bovina (PPC), peste equina (PE) e peste dos pequenos ruminantes (PPR). 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda