Não é mais novidade que a agricultura brasileira está cada vez mais “hightech†no gerenciamento das suas operações de produção agrÃcola. Nesta onda digital, os produtores já estão inseridos no conceito de agricultura 4.0, que tem revolucionado o modo de trabalho e o agronegócio como um todo.
Quando se fala em agricultura, antes de pensar na tecnologia e melhoramentos genéticos aplicados às sementes ou aos maquinários de última geração, uma questão primordial e determinante para a produção é o clima. Não é à toa que os produtores rurais buscam ferramentas e software para a medição, com a máxima exatidão, desses dados climáticos.
“A primeira coisa que o agricultor quer saber é se choveu e o quanto choveuâ€, afirma Márcio Malewschik, consultor comercial da Plugfield, que oferece soluções para produtores rurais, empresas e cidades inteligentes, contando com a estrutura e expertise da Pumatronix em desenvolvimento, produção e comercialização de equipamentos tecnológicos.
Ele relata que muitos produtores ainda usam o pluviômetro manual e fazem anotações sobre o volume da precipitação em uma caderneta. “Embora muitos deles utilizem, é um método de baixa confiabilidade, uma vez que a pessoa precisa anotar diariamente e pode acontecer dela esquecer de marcar em determinando dia ou não anotar corretamente. Por isso, as ferramentas tecnológicas são grandes aliadas nesse processo diárioâ€, comenta.
Com estações metereológicas on-line, por exemplo, quando começa a chover, o agricultor pode monitorar de forma virtual esses Ãndices pluviométricos, além disso o registro histórico fica armazenado na plataforma web.
É um adeus à s cadernetas e um passo para a era digital. Agora as informações essenciais estão na palma da mão e em tempo real. A estação meteorológica Plugfield WS18, produzida em Curitiba (Paraná), possui um conjunto de sensores para medição de dados climáticos e módulo de coleta e transmissão de dados. Um aplicativo para smartphone e uma plataforma web também estão disponÃveis gratuitamente para quem adquire a solução e deseja acessar estes dados de qualquer lugar do mundo.
“O conjunto de sensores mede a temperatura, umidade relativa, velocidade e direção do vento, precipitação, pressão atmosférica, luminosidade e Ãndice UV. Também são calculados o ponto de orvalho e a evapotranspiração de referência.
O módulo de coleta e transmissão, que possui GPS e permite a geolocalização da estação, lê os dados e faz o envio via celular ou wifi. Se houver perda de conexão por algum motivo, esse módulo armazenará as informações por até seis mesesâ€, explica.
De acordo com Malewschik, trata-se de um grande avanço para o produtor, que poderá consultar as últimas leituras, tirar relatórios de perÃodos anteriores, criar alertas configuráveis para ser notificado sobre algum evento climático via app, entre outros benefÃcios. Com a solução, o agricultor conseguirá visualizar se começou a chover, se a temperatura está acima ou abaixo de determinados limites.
Ainda segundo o consultor comercial, caso o produtor rural ou a cooperativa tenha sua própria plataforma, é disponibilizada uma biblioteca de software que permite integrações. “Se uma cooperativa possui um aplicativo para seus cooperados e deseja disponibilizar dados climatológicos da estação Plugfield nesse app, as estações podem enviar os dados para a ferramenta da cooperativaâ€, completa.
Dentre as vantagens de ganho na produtividade de gerenciamento destes dados, a solução possui suporte e fabricação brasileira, o que garante aos agricultores a agilidade na assistência e visitas técnicas, em casos de necessidade. A tecnologia utilizada no equipamento é desenvolvida por engenheiros brasileiros com expertise em sensoriamento no mercado nacional, por isso ninguém melhor do que os próprios agrilcultores para celebrar a importância de ter algo produzido e utilizado no dentro do paÃs para fomento da economia.
Fonte:
Assessoria de Comunicação
RECEBA NOSSAS NOTÃCIAS DE DESTAQUE NO SEU E-MAIL
CADASTRE-SE NA NOSSA NEWSLETTER