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Setor cafeeiro amplia ações para promoção do trabalho decente com nova etapa de capacitações

Nos dias 23 e 30 de janeiro, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a Cooxupé realizaram as duas primeiras etapas do evento de capacitação de técnicos multiplicadores da cooperativa na temática do trabalho decente, em Guaxupé (MG).

Segundo a diretora de Responsabilidade Social e Sustentabilidade (RSS) do Cecafé, Silvia Pizzol, a iniciativa abre mais um ciclo de ações formativas voltadas ao fortalecimento das condições laborais no campo, reafirmando o compromisso do setor com práticas responsáveis em toda a cadeia exportadora.

A parceria entre o segmento exportador, representado pelo Conselho, e o Programa Trabalho Sustentável do MTE visa unir o conhecimento prático da fiscalização trabalhista a uma atividade educacional que gera impacto no campo, devido à relação próxima e de confiança entre a assessoria técnica rural e os empregadores da cafeicultura.

No dia 23, as exposições realizadas pelos representantes do Ministério Alexandre Scarpelli, diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, e Luiz Henrique Ramos Lopes, coordenador do Programa Trabalho Sustentável, abordaram o próprio Programa Trabalho Sustentável, os modelos legais de contratação de mão de obra e os aspectos práticos da Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata de segurança e saúde no trabalho rural.

Já na última sexta-feira (30), a explanação do coordenador nacional de Fiscalização do Trabalho Rural do MTE, Jackson Sena Brandão, focou nas formas de contratação de emprego no campo, como trabalho avulso, temporário, contrato para prestação de serviços a terceiros e o consórcio de empregadores rurais, que permite que uma organização, através de um sindicato ou empresa, contrate trabalhadores e indique alguns deles por dia para atuar em diferentes propriedades.

A apresentação também destacou o Programa de Gerenciamento de Riscos no Trabalho Rural (PGRTR), obrigatório pela NR-31, que tem o objetivo de identificar, analisar e controlar riscos ocupacionais na atividade agrícola para prevenir acidentes e doenças no campo, melhorando a segurança e o bem-estar dos trabalhadores.

“Mais do que uma atividade formativa, o encontro promoveu diálogo aberto entre técnicos, especialistas e representantes do Ministério do Trabalho, permitindo discutir particularidades do setor cafeeiro e necessidades de adequação das normas à realidade do campo”, comenta Carlos Augusto Rodrigues de Melo, presidente da Cooxupé.

A diretora de RSS do Cecafé explica que a série de capacitações conduzida pela entidade e parceiros, com foco na difusão dos conteúdos do Programa Trabalho Sustentável, evidencia a maturidade da cadeia de fornecimento do café brasileiro para dialogar, compreender e aprimorar práticas relacionadas ao labor decente.

“Essas iniciativas também reforçam a posição da origem Brasil como referência internacional em sustentabilidade e aderência a critérios ESG, da governança socioambiental, especialmente em um cenário global marcado por novas regulações”, completa.

Nesse contexto, Silvia destaca a relevância das demandas dos principais mercados compradores, como a União Europeia, cujas regras exigem transparência e mitigação de riscos socioambientais ao longo das cadeias produtivas.

A Alemanha — principal destino das exportações brasileiras de café em 2025 —, por exemplo, possui legislação específica de devida diligência, a qual requer atenção redobrada das empresas quanto às condições de trabalho em suas cadeias de fornecimento.

Durante o evento no dia 23, os participantes receberam informações sobre essas normativas internacionais na palestra da adida social da Embaixada da Alemanha em Brasília (DF), Kathrin Schäfers, intitulada “Legislação sobre a devida diligência e sua contribuição para condições de trabalho dignas”.

A representante do governo alemão também acompanhou, ao longo do dia, uma imersão prática na jornada do café, desde a produção até a etapa de estufagem dos contêineres para exportação, vivenciando de perto a eficiência e a sustentabilidade da cafeicultura local.

Nos dois dias de formação, foram capacitados aproximadamente 200 técnicos da Cooxupé, os quais atuarão como multiplicadores do conhecimento e das orientações práticas voltadas à promoção do trabalho decente nas regiões atendidas pela cooperativa.

PARCERIA COM INFLUENCERS

Outra iniciativa lançada durante o evento foi o projeto de cooperação entre o Cecafé e a Associação Alemã de Café (Deutscher Kaffeeverband – DKV), que envolve parcerias com influenciadores digitais do café para auxiliar a disseminação dos conteúdos do Programa Trabalho Sustentável do MTE. O primeiro episódio está disponível abaixo e através do link https://bit.ly/cafetrabalhodecente.

 

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda