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Selos Brasileiros de IGs reforçam qualidades únicas de produtos tipicamente brasileiros

A identidade brasileira estará estampada nas embalagens de produtos típicos com os Selos Brasileiros de Indicação Geográfica (IG). Lançados nesta quarta-feira (8), os selos irão destacar e valorizar produtos e serviços tipicamente brasileiros reconhecidos por sua origem, como vinhos, cafés, queijos e produtos apícolas.

São 97 produtos registrados como IGs e mais de 120 mil produtores localizados nas regiões reconhecidas que poderão utilizar os selos nacionais para uma identificação única de seus produtos. 

“As grandes produções de commodities são muito importantes para o Brasil, mas também queremos ser grandes produtores de IGs, pois isso agrega valor e mostra a qualidade do que os nossos pequenos produtores fazem. Quero dizer do nosso orgulho por vocês e pelo trabalho de vocês para fazermos uma larga base para o reconhecimento dos produtos”, declarou a ministra Tereza Cristina (Mapa) no evento internacional de lançamento dos Selos Brasileiros, realizado na sede do Sebrae, em Brasília. 

Os Selos de IG contribuirão para a identificação das indicações geográficas pelos consumidores e pelo público em geral, bem como para a promoção das regiões e valorização de seus respectivos produtos e serviços.

A coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Débora Santiago, reforça a importância do selo para um maior reconhecimento dos produtos pelos consumidores.

“A gente espera ter valorização, inclusive promoção internacional dos produtos futuramente. As IGs trazem esse referencial de qualidade do produto, então, aumentando o reconhecimento desses produtos no mercado. Isso venha a gerar renda e também outros benefícios para a região e para os produtores”, declara.

Selo único

Atualmente, cada produto de Indicação Geográfica registrado no país tem um selo específico. Assim, imagine como é para o consumidor encontrar mais de 90 selos diferentes, mas que no fundo trazem a mesma referência?

Desta forma, a intenção com o selo brasileiro é melhorar a comunicação, facilitar a promoção e ampliar o conhecimento do conceito de IG no país, valorizando e agregando valor a esses bens.  

Para o produtor de café de Mantiqueira de Minas e presidente da Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira (Aprocam), Alessandro Hervaz, os Selos Brasileiros de IGs vem para trabalhar o reconhecimento pelo consumidor nacionalmente.

“Muitas vezes até o produtor fica confuso do que é uma Denominação de Origem ou Indicação de Procedência, então se o consumidor vir esse selo nacional ele vai entender. Vamos levar para o consumidor a importância da IG, que traz não só a qualidade, mas as características de uma região que são únicas’, explica.

Os Selos Brasileiros, no entanto, só poderão ser utilizados pelos produtos que já têm o registro de IG, tanto na forma Indicação de Procedência e na Denominação de Origem.  

A iniciativa dos Selos Brasileiros de Indicação Geográfica é conjunta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) – responsável pela emissão das IGs -, Mapa, Ministério da Economia e Sebrae.

Fortalecimento da origem

Os Selos Brasileiros de Indicação Geográfica fazem parte de uma estratégia de promoção das Indicações Geográficas no país e um dos passos para a valorização desses produtos, cujas referências principais são a origem, a tradição e a qualidade.  

Você já ouviu falar, por exemplo, do queijo da Canastra (MG), do espumante do Vale dos Vinhedos (RS), dos cafés das Montanhas do Espírito Santo, cacau de Tomé-Açu (PA), mel de abelha de Ortigueira (PR). 

A vinculação do produto à região a qual é produzido é essencial para caracterizar seus sabores e qualidades. Na prática, é isso que os difere dos demais da mesma categoria. E com os Selos Brasileiros de IGS será possível identificar mais facilmente esses produtos na prateleira dos pontos de comercialização.

Pela Indicação de Procedência (IP), a região é reconhecida por produzir determinado produto/serviço. Já, na classificação como Denominação de Origem (DO), o produto/serviço tem características e/ou qualidades devido ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos. Essas são as modalidades de IGs definidas no Brasil para os produtos que seguem os padrões determinados no Caderno de Especificações Técnicas e se submetem ao controle estabelecido. 

A Indicação Geográfica é um reconhecimento da vinculação entre um produto/serviço e sua origem. Somente poderão usar o selo da IG produtores/prestadores de serviço localizados na respectiva região, agregando valor aos produtos e reconhecimento aos produtores.

“Aqui é um colegiado a serviço do Brasil para uma das ações mais importantes que o país está fazendo e que o mundo já fez. Estamos aqui começando a mostrar que o Brasil, além de maior produtor de soja, é o maior também nos concursos de queijos na França, pelos seus cafés e pela produção de banana. Dar selo de origem e certificar isso é dar nome e sobrenome: estado, região, Brasil”, reforça o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Por sua vez, o presidente do INPI, Cláudio Furtado, ressaltou aspectos da IG como a agregação de valor, a segurança no consumo e a rastreabilidade. O presidente também destacou o objetivo de conceder 400 Indicações Geográficas brasileiras até 2030, no âmbito da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI).

O modelo de identificação nacional foi criado a partir do estudo de outros países com experiências exitosas com selos para identificar produtos nacionais ou regionais. Para isso, o Ministério da Agricultura participou do “Estudo sobre a Viabilidade de Utilização de um Símbolo (Selo) Único para as IGs Brasileiras”, desenvolvido pelos Diálogos Setoriais: União Europeia e Brasil.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda