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Quebras de safra mudam a rota do milho nacional e fortalecem comércio interno, revela Tarken

O fluxo do milho no mercado nacional oscilou com os acontecimentos dos últimos três anos. Segundo um estudo realizado pela Tarken, agritech brasileira que oferece um marketplace para trading de grãos, as grandes quebras de safra que acometeram o país acarretaram no fortalecimento do comércio interno do grão.

Em 2018/19, a colheita teve um resultado consistente e apresentou comportamento similar ao de outros anos, com as rotas de grandes volumes direcionadas para os principais portos do Brasil, em destaque o porto de Santos e Paranaguá. Entretanto, com a quebra da safrinha em 2019/20, o milho brasileiro, que se encontrava em baixo volume, passou a ser mais direcionado para os consumidores internos, principalmente nos estados do Sul do país e em São Paulo, regiões onde existe a maior concentração de granjeiros e produtores de ração.

Esses estados, que antes tinham grande participação e alimentavam as rotas de exportação do país, passaram a ser responsáveis pelo suporte da demanda do mercado nacional de proteína e etanol. Com isso, a partir da segunda safra de milho de 2019/20, a maior parte dos volumes do grão passaram a sair de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que sofreram menos com o clima e as adversidades.

O cenário repercutiu na safra de 2020/21 de forma ainda mais forte. Com a baixa oferta de milho regional, os estados do Sul aumentaram os volumes adquiridos do Centro-Oeste, sendo o estado do Mato Grosso o principal fornecedor.

Outro fator de impacto na oferta interna e no alto preço foi o grande volume de grãos importados na última safra. A supervalorização do milho nacional (com preços variando entre R?100 e R?105 por saca), fez com que os grãos estrangeiros, especialmente os da Argentina, se tornassem muito mais atrativos para os grandes produtores de proteína e ração animal.

“O Brasil é o segundo maior exportador de milho do mundo e, consequentemente, o produtor tem uma visão pautada na exportação. A grande participação de intermediários no mercado nacional, como tradings, corretores e grandes compradores, cria um fluxo claro de compra e venda, onde os maiores lotes normalmente acabam se concentrando nas rotas de exportação e durante a colheita da safrinha. Entretanto, as quebras de safra impactaram na dinâmica estabelecida”, explica Luiz Tângari, Co-Founder da Tarken.

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Para realizar esse estudo, a Tarken analisou um conjunto de mais de 6 milhões de negociações reais de compra e venda de milho nos últimos três anos. Com base nas cidades de origem e destino, foram agregados os volumes de sacas de 60kg, em um modelo de rotas rodoviárias com um compilado do total mensal entre 2019 e 2021. Também foram analisadas as principais cidades compradoras e produtoras do país durante esse mesmo período.

“Em um mercado que apresentou grandes oscilações de preços e volumes, ter uma referência de onde sai e para onde vai o milho faz uma grande diferença no dia-a-dia do produtor rural brasileiro. O principal objetivo ao analisar esses dados é criar uma ferramenta de suporte à tomada de decisão, auxiliando no planejamento e organização da estratégia de originação do milho e do seu comércio”, conclui Tângari.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda