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Os preços do petróleo subiam cerca de 1% nesta manhã de sexta-feira (07) no mercado internacional, estendendo os ganhos da sessão anterior. O mercado ainda monitora as manifestações por preço de combustÃveis no membro da Opep e produtor de petróleo, o Cazaquistão, além de impactos no fornecimento do óleo da LÃbia.
Às 08h26 (horário de BrasÃlia), o petróleo WTI subia 0,91%, ou US$ 0,72 o barril, a US$ 80,18 o barril. Enquanto que o Brent era cotado a US$ 82,75 o barril com valorização de 0,93%. Esses são os nÃveis mais altos de preço nos mercados desde o final de novembro.
Segundo a agência de notÃcias Reuters, o mercado caminhava para o maior ganho semanal desde meados de dezembro, com cerca de 6,5% de avanço nesta primeira semana do ano, à medida que as preocupações com o fornecimento superavam os temores da demanda com a rápida disseminação da variante Ômicron.
“O salto para cima nos preços do petróleo reflete principalmente o nervosismo do mercado à medida que a agitação aumenta no Cazaquistão e a situação polÃtica na LÃbia continua a se deteriorar, reduzindo a produção de petróleo”, disse a analista da Rystad Energy, Louise Dickson.
Ainda de acordo com a Reuters, as forças de segurança no Cazaquistão pareciam estar controlando as ruas da principal cidade do paÃs Almaty, nesta sexta-feira, e o presidente disse que a ordem constitucional havia sido restaurada, após a Rússia enviar tropas.
Os protestos tiveram inÃcio em importantes regiões produtoras de petróleo do Cazaquistão, depois que os preços dos combustÃveis foram reajustados.
A produção de petróleo no principal campo do Cazaquistão, Tengiz, foi reduzida na quinta-feira, disse sua operadora Chevron, já que alguns empreiteiros interromperam as linhas de trem em apoio aos protestos que aconteciam em todo o paÃs da Ãsia Central.
Já a produção na LÃbia caiu para 729 mil barris por dia, ante uma alta de 1,3 milhão de bpd no ano passado, em parte devido aos trabalhos de manutenção de dutos.