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Milho cai em Chicago nesta 4ª, mas B3 reage e produtor segura oferta no Brasil

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Os preços do milho encerraram a quarta-feira (16) pressionado na Bolsa de Chicago, mas recuperando o fôlego e terminando o dia com leves ganhos na B3. Na CBOT, os futuros do cereal recuaram depois dos ganhos registrados na sessão anterior. O dezembro/26 foi a US$ 5,34 e o março a US$ 5,48 por bushel. 

Entre os fundamentos acompanhados pelo mercado norte-americano estão os novos números da produção de etanol dos Estados Unidos. Segundo a EIA (Administração de Informação de Energia), a produção ficou em 1,099 milhão de barris por dia na última semana, estável na comparação semanal e 44 mil barris/dia acima do mesmo período do ano passado.

A produção firme segue garantindo demanda importante pelo milho norte-americano. Por outro lado, os estoques de etanol avançaram para 25,22 milhões de barris, maior volume desde maio, crescendo 33 mil barris na semana e 2,618 milhões de barris frente ao ano anterior. Assim, apesar do consumo consistente do cereal pela indústria, o nível elevado dos estoques limita parte do suporte às cotações.

A demanda externa por etanol americano, porém, continua mostrando força. Dados divulgados nesta quarta apontam que as exportações dos Estados Unidos seguem acima do ritmo recorde do ano anterior, adicionando um componente positivo ao quadro de consumo.

Além do setor do etanol, o mercado do milho foi pressionado ainda pela queda do petróleo. Os futuros do brent fecharam a quarta-feira perdendo quase 3% – depois de recuar mais de 4% ao longo do dia – e o WTI, mais de 3% Os futuros da commodity realizaram lucros após os ganhos fortes dos últimos dias e, mesmo assim, ainda seguem acima dos US$ 100,00 por barril. 

B3 e mercado brasileiro

Na B3, o milho também operou predominantemente no campo negativo nesta quarta-feira, acompanhando parcialmente a pressão externa. O fechamento do dia, porém, foi misto para os futuros do cerel negociados na bolsa nacional. O janeiro/27 fechou com R$ 80,15 e o março com R$ 81,15 por saca. 

No mercado físico, entretanto, o cenário segue marcado principalmente pela baixa liquidez e pela resistência dos produtores em ampliar as vendas.

Segundo informações da Agrinvest Commodities, algumas praças permanecem praticamente paradas, enquanto aparecem ofertas pontuais para setembro. Em regiões de Mato Grosso, como Lucas do Rio Verde e Sorriso, as referências ficam próximas dos R$ 51,00 por saca, mas sem estimular uma presença mais intensa dos vendedores.

Os negócios continuam concentrados principalmente entre produtores que precisam liberar espaço de armazenagem, enquanto os demais permanecem mais retraídos. Levantamentos desta quarta-feira também mostram o mercado disponível de Mato Grosso próximo de R$ 49,00 em Lucas do Rio Verde e acima de R$ 52,00 em outras importantes regiões produtoras do estado.

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Assim, a pressão das bolsas encontra resistência no físico brasileiro, onde a menor disposição de venda ajuda a limitar recuos mais expressivos. A diferença entre as pedidas dos produtores e as ofertas dos compradores continua sendo um dos principais entraves para novos negócios.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda