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Ao longo do mês de outubro o Brasil exportou 1.797.038,4 toneladas de milho não moÃdo (exceto milho doce), de acordo com o relatório divulgado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).Â
Esse valor soma 390.564,5 toneladas as 1.400.473,9 acumuladas nas quatro primeiras semanas do mês. Apesar da elevação, o volume acumulado nestes 20 dias úteis do mês representa apenas de 35,9% das 5.003.812,9 toneladas que foram exportadas durante todo o mês de outubro de 2020.
Com isso, a média diária de embarques caiu para 89.851,9 toneladas, o que na comparação ao mesmo perÃodo do ano passado, representa redução de 64,09% com relação as 250.190,6 do mês de setembro de 2020.Â
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Em termos financeiros, o Brasil exportou um total de US$ 391,973 milhões no perÃodo, contra US$ 834,606 milhões de todo outubro do ano passado. Já na média diária, o atual mês contabilizou decréscimo de 53,03% ficando com US$ 19,598 milhões por dia útil contra US$ 41,802 milhões em outubro de 2020. Â
Por outro lado, o preço por tonelada obtido registrou elevação de 30,77% no perÃodo, saindo dos US$ 166,80 no ano passado para US$ 218,10 neste mês de outubro.
Segundo o analista de mercado da Céleres Consultoria, Anderson Galvão, a desvalorização do real nos últimos dias voltou a dar competitividade para milho brasileiro nas exportações. “Os exportadores voltaram a sondar o mercado e dar liquidez para exportação. Não dá tempo, e nem há produto, para passar das 20 ou 22 milhões de exportação já contratadas, mas volta a cumprir o papel de regular preços do mercadoâ€, explica.
De acordo com os dados consolidados da Secex, de janeiro até setembro, o Brasil já exportou 12.822.870 toneladas de milho, número 22% menor do que o mesmo perÃodo do ano anterior.