Por Ricardo Brito
BRASÃLIA (Reuters) – Em meio a pressões até de aliados, o presidente Jair Bolsonaro voltou nesta segunda-feira a indicar que não haverá prorrogação do auxÃlio emergencial após afirmar a apoiadores que lamentava haver muita gente passando necessidade, mas que o endividamento do paÃs está no limite.
Questionado por um apoiador sobre se é a favor de um novo auxÃlio emergencial, Bolsonaro disse que não iria conversar sobre o assunto com ele, mas somente com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
Depois, o presidente emendou:
“A palavra é emergencial. O que é emergencial? Não é duradouro, não é vitalÃcio, não é aposentadoria. Lamento muita gente passando necessidade, mas a nossa capacidade de endividamento está no limite”, disse. “Satisfeito aÃ?”, encerrando a conversa.
Aliados de Bolsonaro no Congresso têm defendido uma discussão sobre a retomada do auxÃlio emergencial, que se encerrou em dezembro, mas tanto Bolsonaro quanto Guedes têm dado declarações contrárias à retomada do benefÃcio.
