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Imunocastração avança na suinocultura brasileira e amplia uso em granjas tecnificadas

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O aumento das exigências relacionadas à qualidade da carne, bem-estar animal e eficiência produtiva tem ampliado o uso da imunocastração na suinocultura brasileira. A tecnologia vem sendo utilizada como alternativa à castração cirúrgica tradicional em suínos destinados ao abate.

Segundo Dalvan Veit, gerente técnico de suínos da Zoetis Brasil, o sistema funciona por meio da aplicação de uma vacina que estimula o sistema imunológico dos animais a produzir anticorpos contra o hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRF). O bloqueio hormonal reduz a produção de compostos associados ao odor de macho inteiro.

De acordo com o especialista, a tecnologia permite manter o crescimento natural dos animais durante parte da fase produtiva, sem necessidade de procedimento cirúrgico. “A imunocastração substitui a castração cirúrgica por uma solução não invasiva e contribui para a qualidade da carne e da carcaça”, afirmou.

Tecnologia busca atender demandas do mercado

A imunocastração vem sendo utilizada principalmente em suínos machos destinados ao abate. O sistema também pode ser aplicado em fêmeas para supressão temporária do estro, reduzindo comportamentos relacionados ao cio e facilitando o manejo nas granjas.

Segundo Dalvan Veit, mercados internacionais têm ampliado exigências relacionadas à rastreabilidade, eficiência produtiva e bem-estar animal. Nesse cenário, a tecnologia é vista pelo setor como uma alternativa para atender padrões sanitários e produtivos.

“A imunocastração contribui para melhorar a qualidade da carne, aumentar o percentual de carne magra e otimizar a conversão alimentar”, explicou.

O especialista também destacou que a eliminação da castração cirúrgica reduz dor, estresse e riscos associados ao manejo tradicional. Segundo ele, a adoção de sistemas menos invasivos acompanha mudanças observadas no mercado global de proteína animal.

Ganhos produtivos são apontados pelo setor

Entre os principais resultados observados nas granjas que utilizam a imunocastração estão melhora na conversão alimentar, aumento do ganho de peso diário e maior rendimento de carcaça.

Segundo informações apresentadas pela Zoetis, estudos conduzidos pela empresa indicaram aumento no consumo alimentar de fêmeas suínas após a segunda aplicação da vacina. De acordo com os dados, os animais imunocastrados chegaram ao abate entre 3 e 5 quilos mais pesados, mantendo a mesma conversão alimentar e idade de terminação.

Dalvan Veit afirmou que a tecnologia permite melhor aproveitamento dos nutrientes durante a fase final de produção. “Machos inteiros são fisiologicamente mais eficientes na transformação de alimento em carne de alta qualidade”, disse.

Segundo ele, o desempenho produtivo observado contribui para reduzir o custo por quilo produzido e aumentar a eficiência econômica das granjas.

Aplicação correta é considerada essencial

O protocolo de imunocastração prevê duas aplicações subcutâneas de 2 mL na base do pescoço, com intervalo mínimo de quatro semanas entre as doses.

Nos machos, a segunda aplicação deve ocorrer entre três e dez semanas antes do abate. Nas fêmeas, o reforço é recomendado entre quatro e dez semanas antes da terminação.

Dalvan Veit destacou que o treinamento das equipes e o cumprimento correto do protocolo são fatores importantes para garantir segurança e resultados consistentes. “Além do protocolo correto, é fundamental contar com boas práticas de vacinação e suporte técnico especializado”, afirmou.

Uso cresce nas granjas brasileiras

Segundo a Zoetis, a tecnologia já foi aplicada em mais de 225 milhões de animais abatidos no Brasil. Para o setor, o volume demonstra ampliação do uso da imunocastração em sistemas comerciais de produção.

Dalvan Veit afirmou que a imunocastração de machos já está consolidada na suinocultura brasileira. No caso das fêmeas, a adoção vem aumentando nas granjas tecnificadas.

“O produtor deve acompanhar avanços em tecnologias de manejo, capacitação das equipes e indicadores zootécnicos”, destacou.

A avaliação do setor é que a busca por produtividade, previsibilidade e bem-estar animal deve continuar influenciando a adoção de novas tecnologias dentro da cadeia suinícola brasileira.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda