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IBGE passa a ver aumento na produção de café do Brasil em 2025 e aponta alta menor do preço

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Por Rodrigo Viga Gaier e Roberto Samora

RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) – A safra de café do Brasil em 2025 foi estimada nesta quinta-feira em 57,5 milhões de sacas de 60 kg, acréscimo de 4,0% em relação ao mês anterior, de acordo com levantamento mensal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que agora passou a ver um aumento na produção em relação a 2024.

Conforme os dados do IBGE, a safra no maior produtor e exportador global de café deverá aumentar 0,8% em relação ao ano passado, com impulso de uma produção recorde de café canéfora, que envolve as variedades robusta e conilon, à medida que a colheita se desenvolve no Brasil.

Nos últimos levantamentos mensais, o IBGE indicava uma redução na safra total em relação a 2024, apesar de ajustes positivos nas perspectivas desde março.

Na avaliação mensal, o IBGE ainda apontou alta de 0,8% na produção de café arábica, que responde pela maior parte da produção brasileira, para 37,5 milhões de sacas de 60 kg.

Ainda assim, a colheita do arábica cairá 6,2% em relação ao volume produzido em 2024, devido à bienalidade negativa, ou seja, um declínio natural da produção em função das características fisiológicas da espécie.

No caso do canéfora, a estimativa da produção passou para 20 milhões de sacas, acréscimos de 10,8% em relação ao mês anterior e de 17,3% em relação ao volume produzido em 2024.

“Como os preços do conilon encontravam-se apresentando boa rentabilidade, os produtores investiram mais em tratos culturais e adubação, o que resultou na melhoria da produtividade”, disse o IBGE.

“Há de se ressaltar também que os volumes de chuvas nos principais municípios produtores foram satisfatórios de um modo geral, apesar da demora delas em alguns deles.”

INFLAÇÃO

Os preços do café, que foram um dos vilões da inflação este ano no Brasil, refletindo uma menor safra do país em 2024 e também problemas em outros países produtores, começaram a desacelerar em junho, destacou o IBGE.

O café moído, segundo o IPCA, do IBGE, desacelerou para uma alta de 0,56% no mês passado, ante 4,59% em maio, à medida que a colheita no Brasil ganhou ritmo.

Após bater recorde duas vezes seguidas na variação em 12 meses, o indicador deixou para trás o pico da série histórica e encerrou o período em junho com alta de 77,78%.

Em maio, o produto teve alta em 12 meses de 82,24%, e até abril, de 80,20%, os dois maiores patamares do Plano Real.

“O índice do café começa a ceder. O que vemos é uma colheita maior e isso está chegando na cadeia de produção e ao consumidor final”, disse o gerente do IBGE, Fernando Gonçalves.

Ele disse que as tarifas dos EUA de 50% sobre produtos brasileiros, em tese, poderiam aumentar a oferta interna de café, já que os norte-americanos são os maiores compradores do grão nacional.

“Mas tem que aguardar pra ver se o Brasil não vai abrir outros mercados”, acrescentou.

(Por Roberto Samora e Rodrigo Viga Gaier)

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda