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Fertilizante Multinutriente faz toda a Diferença!

O algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum L. raça latifolium Hutch.) é uma das plantas domesticadas mais significativas para a humanidade. Os primeiros registros de sua utilização humana datam de mais de 4.000 anos, na Arábia. Porém, apenas no século XVIII, com o desenvolvimento de novas máquinas de fiação, a tecelagem passou a dominar o mercado mundial de fios e tecidos. Nos Estados Unidos, Em 1792, Eli Whitney inventou o descaroçador de algodão, que separa as sementes das fibras, deflagrando uma revolução na indústria de beneficiamento de algodão e contribuindo para transformar os Estados Unidos no maior produtor mundial da fibra (AMPA, 2021). 

Atualmente, o algodão é cultivado em mais de 35 milhões de hectares distribuidos em mais de 60 países nos cinco continentes. O comércio mundial do algodão movimenta anualmente cerca de US$12 bilhões e envolve mais de 350 milhões de pessoas em sua produção, desde as fazendas até a logística, descaroçamento, processamento e embalagem. (ABRAPA, 2021) .

No Brasil, os índios já conheciam o algodão e dominavam o seu plantio desde antes da chegada dos portugueses, más apenas no século XVIII, na região nordeste do Brasil, se iniciou a produção em escala da fibra. Até então, se cultivava o algodão arbóreo perene, de fibras mais longas. O plantio do algodão herbáceo, de fibra mais curta, porém mais produtivo, começou em São Paulo, que se firmou como grande centro produtor até que os altos custos das terras e a concorrência de outras culturas, como a cana-de-açúcar e a soja, forçaram a cultura a buscar novas áreas de plantio como Mato Grosso, Goiás e Bahia.

Hodiernamente o Brasil figura entre os 5 maiores produtores mundiais de algodão, ao lado de EUA, China, Índia e Paquistão. Também está entre os maiores exportadores de pluma, apesar de um mercado consumidor interno significativo. Na safra 20/21, a área plantada de algodão no Brasil foi de 2,342 milhões de hectares (CONAB, 2021).

Conforme Corrêa (1989), o valor do algodoeiro é ressaltado na indústria, onde tudo é aproveitado em mais de quatrocentas aplicações, especialmente a fibra e a semente; a primeira representa entre 35 a 42% e a semente, o restante do peso da produção. Dessa forma, não basta produzir algodão, é preciso assegurar produção de fibra de qualidade. 

Com o avanço do melhoramento e até mesmo edição genética, os cultivares modernos se tornam mais produtivos e consequentemente exigentes quanto ao manejo e nutrição, que representa 28% do custo operacional total desta atividade (Leal et al. 2011). Adubar uma lavoura de algodão de alta performance é um tanto quanto desafiador, já que a planta, típica de clima árido e de ciclo perene, é cultivada sob clima tropical e com ciclo anual em grandes áreas.

Reconhecido pela grande exigência nutricional, o algodão é também responsívo à adubação, tanto que tem seu crescimento vegetativo/reprodutivo estimulados conforme o equilíbrio da adubação utilizada. De forma geral, adubações mais nitrogenadas e menos potássicas, estimulam o crescimento vegetativo. Vale lembrar que a planta de algodão desenvolve estruturas vegetativas e reprodutivas simultaneamente, exigindo assim, equilíbrio nutricional, para que a planta se estruture e produza botões florais, maçãs e capúleos de forma eficaz. Más não basta fornecer N, P e K de forma equilibrada, é preciso assegurar a disponibilidade dos demais nutrientes.

O fornecimento de amplo espectro de nutrientes exige várias aplicações de matérias primas, que por sua vez onera o processo operacional de sistemas produtivos agrícolas. Dessa forma se faz necessário o uso de fertilizantes multinutrientes, que permitam fertilizações mais completas e equilibradas, em reduzidas operações, o que traz maior performance operacional e agronômica. Por sua vez, o reduzido número de fertilizações dificulta a sincronia entre a disponibilidade do nutriente e o momento de demanda deste pela planta, expondo-o a riscos de perda, sobretudo na cultura do algodão, que tem um ciclo de cultivo que pode passar de 180 dias. Esta realidade evidencia a necessidade de utilização de fertilizantes que sejam não apenas multinutrientes, mas “inteligentes” o suficiente para assegurar disponibilidade de nutrientes de forma equilibrada ao longo de todo o ciclo da cultura, e não apenas próximo do momento de aplicação.

Foi pensando nisso que a Mosaic Fertilizantes desenvolveu a linha de fertilizantes Performa, que alia toda a expertise e tecnologias exclusivas da Mosaic Fertilizantes em um único produto. Desenvolvido a partir do equilíbrio perfeito entre Aspire, K-Mag e MicroEssentials, oferece em uma única aplicação macro e micronutrientes sinérgicos para a nutrição da sua lavoura, do plantio a colheita.

Quer saber mais sobre como nutrir sua lavoura de algodão com Performa? Acesse www.nutricaodesafras.com.br/performa.

Alan Bueno Silva Ataíde
Agrônomo Sênior Mosaic Fertilizantes

REFERÊNCIAS

Corrêa, J. R. V. Algodoeiro: Informações básicas para seu cultivo. Belém: Embrapa – UEPAE. 1989. 29 p. Documentos, 11

LEAL, A. J. F. et al. Estimativa do custo de produção de algodão em caroço na região dos “Chapadões” safra 2011/12. Pesquisa – Tecnologia – Produtividade, Chapadão do Sul, v. 6, n. 1, p. 99-102, 2011.

MORAES, M. V. P. de.; Anuário brasileiro do algodão. Santa Cruz do Sul: Gazeta Santa Cruz, 2001. 143p.

Disponível em: < https://www.abrapa.com.br >. Acesso em: 15, de julho de 2021.

Disponível em: < https://ampa.com.br >. Acesso em: 15, de julho de 2021.

Disponível em: < https://www.conab.gov.br >. Acesso em: 15, de julho de 2021.

Fonte:

Mosaic Fertilizantes






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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda