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Estimativa do Valor Bruto de Produção dos Cafés do Brasil para o ano-cafeeiro 2025 atinge R$ 114,86 bilhões

O Valor Bruto da Produção (VBP) dos Cafés do Brasil estimado para o ano-cafeeiro de 2025 totalizou R$ 114,86 bilhões. Esse montante representa aumento de 46,2% em relação ao recorde anterior, registrado em 2024, quando o setor gerou R$ 78,55 bilhões. O desempenho de 2025 indica um crescimento jamais visto nos Cafés do Brasil, confirmando assim a estimativa de 2025 como a maior receita já registrada pela cafeicultura brasileira.

A cifra de R$ 114,86 bilhões reflete a soma das receitas provenientes das espécies Coffea arabica (café arábica) e de Coffea canephora (robusta+conilon), ambas com evolução expressiva na comparação de 2024 com 2025. O VBP da espécie arábica para o ano-cafeeiro 2025 está projetado em R$ 82,96 bilhões, montante que indica forte crescimento de 45,8% em comparação com os R$ 56,88 bilhões registrados no ano-cafeeiro 2024, representando 72,23% do valor total estimado para 2025.

O café da espécie Coffea canéfora, por sua vez, tem sua receita estimada para o ano-cafeeiro 2025 em R$ 31,89 bilhões, valor que também representa um aumento significativo de aproximadamente 47,2% na comparação com os R$ 21,66 bilhões arrecadados em 2024, valor que torna a espécie responsável por 18,87% do total da arrecadação nacional no ano que, conforme citado anteriormente, está prevista para R$ 114,86 bilhões, valor que inclui obviamente as duas espécies cultivadas no País.

Assim, com base nos dados e números desta análise do VBP dos Cafés do Brasil, se for estabelecido um ranking do faturamento da cafeicultura brasileira, para o ano-cafeeiro 2025, dos cinco maiores estados brasileiros produtores de café, constata-se que Minas Gerais ocupa o primeiro lugar, com receita estimada de R$ 59,03 bilhões, a qual representa aproximadamente 51,4% do VBP total dos cafés brasileiros.

Na segunda posição, vem o Espírito Santo, cuja receita foi calculada em R$ 29,22 bilhões (25,4%); e, na terceira posição, destaca-se o estado de São Paulo com o faturamento estimado em R$ 10,77 bilhões (9,4%). Na sequência, em quarto lugar, figura a Bahia, a qual teve sua receita bruta de produção de café estimada em R$ 7,81 bilhões (6,8%). Por último, o estado de Rondônia, que teve seu faturamento estimado em R$ 4,27 bilhões, montante que corresponderá a 3,7% do total da estimativa do VBP dos Cafés do Brasil em 2025.

Demais estados produtores de café completam o restante dos 100% de faturamento. Merece também destaque o fato de que essas estimativas refletem o maior montante já obtido com a cafeicultura em cada um desses cinco estados citados.

Concluindo, vale acrescentar e salientar que os dados estatísticos e demais números que fundamentaram e permitiram realizar esta análise para divulgação pelo Observatório do Café foram extraídos do Valor Bruto da Produção – VBP Outubro/2025, documento que é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura e Pecuária – Mapa desde 2005. Tais edições, a partir de julho de 2014, também passaram a ser disponibilizadas no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda