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Doenças em milho: rede de pesquisa alcança principais estados produtores

A partir de 2022, Tocantins e Maranhão passam a integrar a rede de pesquisa em doenças foliares de milho. Assim, o projeto alcança todos os principais estados produtores da segunda safra no país, abrangendo microrregiões de clima tropical e subtropical do Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. A informação é do engenheiro-agrônomo Adriano Custódio, pesquisador do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná) que lidera o projeto há cinco anos.

A rede cooperativa de ensaios foi iniciada em 2016, com o objetivo de avaliar fungicidas utilizados para conter doenças foliares que acometem lavouras de milho segunda safra, em particular a mancha branca, tida como de difícil controle. Contemplava inicialmente 10 localidades do território paranaense.

De acordo com Custódio, a instalação do projeto respondeu a uma demanda do setor produtivo, surgida no rastro da grande expansão da área cultivada nessa época de semeadura, juntamente com a consolidação das doenças foliares como um problema para os produtores. Em cultivares suscetíveis, danos causados pela mancha branca, por exemplo, podem causar até 60% de perdas na produção, prejuízo que pode chegar a 70% no caso da mancha de cercóspora. 

“Avaliar eficiência de controle e ganho de produtividade dessas moléculas fungicidas é fundamental para orientar os produtores a fazer o uso racional dos produtos, além de assinalar um importante estágio de profissionalização da segunda safra de milho, com a adoção de novas tecnologias”, avalia Custódio. Ele aponta que o mercado de fungicidas para a cultura movimenta em torno de 300 milhões de dólares, a maior parte (85%) na segunda safra.

Em 2020, novos parceiros se juntaram à rede, e os estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul passaram a receber os ensaios.

Desde que foi iniciada a rede, foram conduzidos mais de 120 ensaios e 4,5 mil parcelas experimentais desde o início do projeto, o que possibilitou avaliar o desempenho de 27 fungicidas sintéticos, isoladamente ou em misturas. 

Neste período, houve significativo avanço na modernização, diversificação e inovação do portfólio para a cultura. No caso da mancha branca, segundo Custódio, a pouca disponibilidade de ingredientes ativos de maior eficiência era um dos principais gargalos tecnológicos para o controle da doença. “Essa limitação foi superada, novos fungicidas foliares agora disponíveis no mercado mostraram até 74% de eficiência no controle, com ganho de 1.337 kg/ha”, ele aponta.

Na esteira do crescimento da oferta de bioinsumos para o setor, Custódio acredita que, nos próximos anos, uma nova fase dos trabalhos passará a incluir fungicidas biológicos nas avaliações.

PRÊMIO — Como resultado do projeto, o IDR-Paraná publicou cinco boletins técnicos contendo orientações dirigidas a técnicos e produtores — BT 93, BT 94, BT 95, BT 96 e BT 97, que podem ser baixados gratuitamente no endereço https://www.idrparana.pr.gov.br/Pagina/Editora-IDR-Parana.

Apresentado em novembro no XVI Seminário Nacional de Milho Safrinha, um trabalho contendo a consolidação dos resultados obtidos nos cinco anos de ação da rede de pesquisa conquistou o prêmio “destaque” na sessão fitossanidade e ainda foi apontado como um dos cinco melhores dentre todas as pesquisas levadas ao evento.

PARCERIA — A rede de pesquisas em controle de doenças de milho resulta de parceria entre o IDR-Paraná; Universidade Estadual de Londrina (UEL); Tagro Tecnologia Agropecuária; Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol); Embrapa Milho e Sorgo; Instituto Agronômico de Campinas (IAC); Instituto Biológico de São Paulo; Universidade Federal de Lavras (Ufla); Universidade de Rio Verde (UniRV); Universidade Federal de Uberlândia (UFU); Universidade Federal de Jataí (UFJ); Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig); Integrada Cooperativa Agroindustrial; 3M Experimentação Agrícola; Agrodinâmica Pesquisa e Consultoria Agropecuária; AgroEnsaio Pesquisa e Consultoria Agronômica; Ceres Consultoria Agronômica; Campos Pesquisa Agrícola; Centro Tecnológico para Pesquisas Agropecuárias (CTPA); Desafios Agro; Famiva Pesquisa & Soluções Agrícolas; Fitolab Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola; Fundação Chapadão; Fundação MS; Fundação MT; Fundação Rio Verde; G12 AgroPesquisa e Consultoria Agronômica; Instituto Phytus; Instituto PlantCare; Juliagro; Meta Consultoria Agrícola; Proteplan; Rural Técnica Assessoria Agronômica, Agricultura de Precisão e Pesquisa e Terra Paraná Pesquisa e Treinamento Agrícola. 

A partir do próximo ano, os estados de Tocantins e Maranhão passam a fazer ensaios, conduzidos pelas entidades ALX Farias e Fundação de Apoio à Pesquisa do Corredor de Exportação Norte (Fapcen), que se somam à rede.

O projeto conta com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), além de recursos próprios das entidades parceiras.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda