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Do campo à mesa: como as cooperativas conectam o Brasil que produz ao Brasil que consome

O cooperativismo é uma das expressões mais consistentes da força do agronegócio brasileiro. Em um país de dimensões continentais, com diferentes perfis de produção, climas, solos e realidades logísticas, a colaboração deixou de ser apenas um formato de organização econômica, e se consolidou como uma infraestrutura de confiança, escala e acesso, capaz de aproximar o agricultor de conhecimento, tecnologia, serviços e mercado.

O setor, reconhecido mundialmente por sua eficiência e capacidade de alimentar bilhões de pessoas, encontrou nesse movimento o seu principal acelerador de produtividade. Longe de ser apenas uma associação comercial, o sistema de cooperativas é responsável por conectar a pesquisa científica de ponta e as tecnologias de última geração diretamente ao dia a dia do produtor rural, independentemente do tamanho de sua propriedade.

O sucesso da nossa agricultura não acontece de forma isolada, pois depende de um ecossistema robusto de produção e distribuição de inovações, por meio do qual indústrias de insumos, distribuidores, startups e cooperativas trabalham em sintonia. É exatamente aí que essas instituições se tornam insubstituíveis, já que elas não apenas entregam o produto, mas também a recomendação agronômica precisa, o treinamento, o crédito e a segurança que o produtor precisa para mitigar os riscos de mercado e clima.

A relevância desse trabalho está gravada nos indicadores econômicos brasileiros. Segundo os dados consolidados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro, divulgado pelo Sistema OCB, as cooperativas do ramo agropecuário movimentaram o valor recorde de 438,2 bilhões de reais, demonstrando a solidez financeira do setor. O modelo promove a distribuição de riqueza e o desenvolvimento regional, reunindo mais de 1,09 milhão de associados, o que equivale a cerca de 20% dos agricultores do País.

Falar sobre a força desse movimento é honrar as trajetórias que pavimentaram o caminho até aqui. Um exemplo dessa solidez é a Coopercitrus, que celebra o marco histórico de 50 anos de fundação. Hoje, ela atende a mais de 43 mil produtores nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Ao completar meio século, a história da Coopercitrus resume perfeitamente a evolução do agro nacional. O mesmo destaque deve ser feito a outros tantos casos de sucesso desse modelo de negócio, como a Coamo, Cotrijal, Comigo, LAR, C.Vale e todas elas que fazem do segmento um dos mais importantes para o Brasil.

No setor agrícola, continuidade institucional é um ativo. Organizações que resistem ao tempo acumulam conhecimento, fortalecem vínculos regionais e constroem uma relação de confiança que nenhum processo de mercado substitui com facilidade. Em um ambiente marcado por volatilidade climática, pressão por eficiência e exigência crescente por sustentabilidade, essa rede de apoio se torna ainda mais estratégica.

Olhando para o futuro, os desafios da agricultura moderna, que envolvem produzir mais com menos impacto ambiental, exigirão ainda mais cooperação. A conectividade no campo, a inteligência de dados e a sucessão familiar encontram nesse ambiente o ecossistema perfeito para prosperar. Afinal, a inovação só cumpre o seu verdadeiro propósito quando se torna acessível e gera prosperidade compartilhada.

É nítido que o Brasil produz mais quando consegue cooperar melhor. E é justamente nessa combinação entre confiança, inovação e organização coletiva que o cooperativismo seguirá demonstrando sua importância para o campo e para o futuro da produção nacional.

Roberto Dib é Diretor de Marketing de Clientes na Syngenta

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda