A quarta-feira (09) segue sendo positiva para os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações registravam movimentações altistas entre 4,57% e 5% por volta das 11h49 (horário de BrasÃlia).
O vencimento janeiro/21 era cotado à R$ 74,99 com valorização de 5%, o março/21 valia R$ 76,02 com ganho de 5%, o maio/21 era negociado por R$ 73,71 com elevação de 4,57% e o julho/21 tinha valor de R$ 64,80 com estabilidade.
A Agrifatto Consultoria destaca as movimentações distintas entre as cotações futuras da B3 e do mercado fÃsico brasileiro. Enquanto a bolsa mantém suas altas de ontem, as praças de comercialização seguem com negociações travadas. “Os compradores ainda estão forçando os valores ofertados para baixo e os vendedores, de olho na valorização da B3, mantêm a pedida acima dos R$ 73,00/scâ€.
Mercado Externo
Os preços internacionais do milho futuro seguem levemente elevados na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira. As principais cotações registravam movimentações positivas entre 2,25 e 3,25 pontos por volta das 11h41 (horário de BrasÃlia).
O vencimento dezembro/20 era cotado à US$ 4,20 com alta de 3,25 pontos, o março/21 valia US$ 4,22 com valorização de 3,00 pontos, o maio/21 era negociado por US$ 4,25 com ganho de 2,25 pontos e o julho/21 tinha valor de US$ 4,26 com elevação de 2,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho subiram esta manhã, com os traders finalizando suas posições antes dos relatórios WASDE de amanhã e as chuvas na América do Sul estabilizando as previsões de oferta global de milho.
Enquanto isso, a demanda por combustÃvel continua a cair conforme os governos regionais promulgam novamente as restrições de bloqueio para combater o aumento dos casos de pandemia COVID-19. “A demanda de gasolina continua a cair perto das mÃnimas de meados de junho, conforme a escola retorna ao ensino remoto e menos opções estão disponÃveis para uma reunião pessoal segura conforme o tempo esfriaâ€, relata Jacqueline Holland.
Na semana que terminou em 4 de dezembro, a demanda por gasolina caiu para 334,9 milhões de galões/dia, uma baixa em 24 semanas. A demanda por gasolina caiu 9% desde o inÃcio de novembro, já que os casos de COVID-19 continuam aumentando. As taxas de mistura de etanol também estão em forte queda, já que a indústria luta para se alinhar com a queda da demanda.
