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Com palmito pupunha, agro de São Paulo soma 9 Indicações Geográficas reconhecidas pelo Inpi

O Estado de São Paulo celebrou, recentemente, mais uma conquista envolvendo o agronegócio: o registro de Indicação Geográfica (IG) da procedência do palmito pupunha do Vale do Ribeira. Hoje (9), das 12 IGs reconhecidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) no estado, nove são relacionadas ao agro.

O selo abrange os municípios de Barra do Turvo, Cajati, Cananéia, Eldorado, Iguape, Ilha Comprida, Iporanga, Itariri, Jacupiranga, Juquiá, Miracatu, Pariquera-Açu, Pedro de Toledo, Registro, Ribeira, Sete Barras e Tapiraí. A região contabiliza mais de 1.800 produtores familiares, que cultivam pupunha em aproximadamente 10 mil hectares.

O engenheiro agrônomo da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Regional Registro, Rogério Sakai, destaca as condições ideais que fizeram do Vale do Ribeira um polo que concentra cerca de 80% da produção estadual. “O cultivo do palmito pupunha é feito, em sua maioria, por pequenos e médios produtores.

No geral, os plantios são em terras altas, com terreno levemente ondulado e sem a necessidade de irrigação, devido à incidência de chuvas bem distribuídas durante o ano, favorecendo o desenvolvimento da planta”, informa o técnico da CATI, órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) paulista.

“No passado, a região explorava o palmito juçara da Mata Atlântica. Com a proibição da extração dessa espécie na floresta, as fábricas migraram para a pupunha, porque já tinham expertise no processamento. Como a pupunheira perfilha, os produtores aderiram ao cultivo”, ressalta Sakai.
Pesquisa e melhoramento genético

As primeiras sementes de pupunheira chegaram ao estado em 1940, trazidas pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC-APTA/SAA). A adaptação positiva levou, a partir dos anos 1970, ao tratamento da cultura como atividade comercial em ascensão. Na década de 1980, estudos do IAC identificaram o Vale do Ribeira como área ideal devido ao clima tropical úmido e solo favorável, consolidando novas bases para o desenvolvimento regional.

Atualmente, o instituto segue com um programa de melhoramento genético de pupunheira voltado à obtenção de variedades com maior produtividade e qualidade de palmito. “O IAC possui, ainda, uma coleção de palmeiras que conta com mais de 400 espécies, nativas e exóticas, com potencial para uso ornamental ou de produção de palmito. Essa coleção está em estudo pois, diferentes espécies de palmeiras, com distintas características de cultivo, podem produzir palmito com sabor, cor e textura inerentes a cada uma delas”, acrescenta a pesquisadora do IAC, Valéria Modolo.

IGs do agro paulista

No mês passado, o Brasil chegou à marca de 150 Indicações Geográficas reconhecidas pelo Inpi. Ao todo, o país contabiliza 161 IGs, somando 120 Indicações de Procedência (IP) – 119 nacionais e uma estrangeira – e 41 Denominações de Origem (DO) – 31 nacionais e dez estrangeiras). Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio do Estado de São Paulo:

Alta Mogiana (café);
Jundiahy (uva niagara rosada);
Nova Alta Paulista (café);
Região de Garça (café);
Região de Pinhal (café);
Torrinha (café);
Vale da Grama (café);
Vale do Paraíba (mel e própolis);
Vale do Ribeira (palmito pupunha).

As outras três IGs paulistas são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados) e Porto Ferreira (cerâmica artística).

Lembrando que a IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a DO vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda