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Colheita, clima, USDA e petróleo pressionaram e futuros do milho acumularam desvalorizações ao longo da semana

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Colheita, clima, USDA e petróleo pressionaram e futuros do milho acumularam desvalorizações ao longo da semana

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A sexta-feira (12) termina com os preços internacionais do milho futuro registrando leves ganhos na Bolsa de Chicago (CBOT), porém insuficientes para reverter o acumulado de perdas de até 1,5% ao longo desta semana. 

Segundo a análise de Victor Cazzo, consultor de mercado Venda na Hora Certa, o bom desenvolvimento das lavouras de milho da nova safra dos Estados Unidos e os leves aumentos nas projeções de estoques finais das temporadas 2025/26 e 2026/27 do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) atuaram para pressionar as cotações do cereal ao longo da semana. 

Outro ponto que contribuiu para o acúmulo de perdas semanais de até 1,4% para os preços do milho na CBOT foram as desvalorizações desta semana registradas pelas cotações do petróleo. 

O vencimento julho/26 foi cotado a US$ 4,12 com valorização de 1 ponto, o setembro/26 valeu US$ 4,20 com alta de 0,75 ponto, o dezembro/26 foi negociado por US$ 4,40 com perda de 0,75 ponto e o março/27 teve valor de US$ 4,54 com baixa de 0,50 ponto. 

Esses índices representaram altas, com relação ao fechamento da última quinta-feira (11), de 0,24% para o julho/26, de 0,18% para o setembro/26, de 0,17% para o dezembro/26 e de 0,11% para o março/27. 

No acumulado semanal as cotações do cereal norte-americano registraram desvalorizações de 1,14% para o julho/26, de 1,46% para o setembro/26, de 1,29% para o dezembro/26 e de 1,52% para o março/27, com relação ao fechamento da última sexta-feira (5). 

variação semanal milho cbot

Mercado Interno 

Na Bolsa Brasileira (B3) os preços futuros do milho terminaram o pregão desta sexta-feira com flutuações pequenas e em campo misto, mas também acumularam perdas semanais de até 3% para as principais posições. 

Pela análise de Cazzo, além do cenário internacional, o desenvolvimento regular da segunda safra brasileira, na maioria dos estados, e a colheita começando no país, também ajudam a pressionar as cotações na B3 e no mercado físico. 

Na visão do consultor, a partir de agora, com a colheita da safrinha ganhando mais ritmo e um volume maior de milho entrando no mercado, a tendência deve seguir negativa para as cotações, que ainda recebem força de baixa vinda de demanda, já que os principais compradores já estão comprados neste momento. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta sexta-feira 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho permaneceu praticamente estável neste último dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorização somente em Sorriso/MT. 

O vencimento julho/26 foi cotado a R$ 64,06 com queda de 0,28%, o setembro/26 valeu R$ 66,83 com alta de 0,56%, o janeiro/27 foi negociado por R$ 73,37 com elevação de 0,37% e o março/27 teve valor de R$ 75,05 com estabilidade. 

No acumulado semanal os contratos do cereal brasileiro registraram desvalorizações de 3,16% para o julho/26, de 2,86% para o setembro/26, de 1,25% para o janeiro/27 e de 0,99% para o março/27, com relação ao fechamento da última sexta-feira (5). 

variação semanal milho b3

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda