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Clima nos EUA e avanço da safrinha no BR derrubam os preços do milho nesta 3ª

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O mercado do milho fechou a terça-feira (2) em baixas nas bolsas brasileira e norte-americana. A pressão combinada de fatores climáticos nos EUA com o avanço da colheita da safrinha pesou e criou o cenário perfeito para uma desvalorização simultânea na Bolsa de Chicago e na B3.

No cenário nacional, os futuros do cereal terminaram o dia perdendo entre 0,2% e 1,08%, com o julho fechando com R$ 64,66 e o setembro, R$ 67,02 por saca. 

De acordo com dados de consultorias privadas reportados nos últimos dias, os trabalhos de campo já cobrem mais de 2,4% da área total — um ritmo superior ao registrado no mesmo período do ano passado (1,3%). À medida que as colheitadeiras avançam, principalmente no Mato Grosso e no Paraná, a oferta física começa a crescer no mercado interno.

A produtividade em ambos os estados se mostram bastante positivas e, embora o Brasil apresente problemas pontuais de clima para a segunda safra de milho – como é o caso de Goiás, partes de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul – as expectativas ainda indicam uma safra expressiva. 

Além disso, o mercado brasileiro já vinha de bons estoques de passagem e da conclusão recente da safra de verão, o que o deixa com uma oferta mais confortável neste momento. 

Cientes desse fluxo, os grandes compradores, em especial os internos, como indústrias de ração e de etanol, optam por adotar uma postura mais defensiva, ficando em de “compasso de espera”, retendo novas compras na expectativa de que os preços caiam ainda mais ao longo de junho e julho.

AS PERDAS EM CHICAGO

Em Chicago, os contratos futuros do milho registraram quedas consistentes, renovando suas mínimas em semanas  no pregão desta terça-feira. As perdas oscilaram entre 3,50 e 6 pontos nos principais contratos, levando o julho a encerrar o dia com US$ 4,40 e o dezembro com US$ 4,66 por bushel. 

O principal combustível para o recuo é o clima favorável no Corn Belt, com boas previsões também para os próximos dias. O tempo mais seco e firme acelerou os trabalhos de campo, permitindo que os produtores americanos concluíssem 93% do plantio da safra 2026, ritmo que supera a média dos últimos cinco anos. 

Além disso, as chuvas recentes trouxeram excelente umidade para o solo, e o mercado projeta que até 67% a 70% das lavouras recém-plantadas sejam classificadas em condições de “boas a excelentes”. Com a perspectiva de uma oferta cheia pela frente, os fundos de investimento se posicionam na ponta vendedora.

E as previsões para os próximos dias indicam a volta das chuvas para regiões-chave de produção, em um momento em que a umidade é necessária para o bom desenvolvimento das lavouras. O mapa abaixo, do NOAA – o departamento oficial de clima dos EUA – mostra as chuvas esperadas para os próximos sete dias no país.

Chuvas EUA - 7 dias
Chuvas esperadas para os próximos 7 dias – Mapa: NOAA

“Fundamentalmente, o mercado não identifica neste momento riscos relevantes para a safra de verão dos EUA, com bons volumes de chuva observados recentemente e previsões de precipitações abrangentes para as próximas semanas. A exceção permanece no leste do cinturão agrícola, onde os acumulados projetados continuam mais limitados”, afirma o boletim do Grupo Labhoro. 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda