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Clima dificulta avanço na semeadura da soja que chega a 93% no Rio Grande do Sul

A escassez de chuva no Rio Grande do Sul dificulta um avanço expressivo na semeadura da soja. No momento, o plantio alcança 93% da área estimada. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido e divulgado nesta quinta-feira (30/12) pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seadpr), do total plantado, 90% está em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo, 10% em floração.

Sob os efeitos do déficit hídrico, a colheita das lavouras de milho avança no Estado e estima-se que 7% da área já tenha sido colhida. Assim como da soja, o plantio do milho também chega a 93% do total da área estimada, sendo que 26% está em germinação e desenvolvimento vegetativo, 17% em floração, 27% em enchimento de grãos, 23% em maturação. A área colhida já atinge 7%.

Com a semeadura tecnicamente encerrada, as lavouras de arroz se desenvolvem dentro da normalidade. O plantio chega a 99% da área estimada, sendo que 88% está em germinação e desenvolvimento vegetativo, 11% em floração e 1% em enchimento de grãos.

OLERÍCOLAS

Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as condições climáticas condicionam a produção, especialmente na Fronteira Oeste. As altas temperaturas e a insolação demandam o uso de estruturas de proteção e o maior aporte de irrigação.

FRUTÍCOLAS

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a situação de déficit hídrico está comprometendo as culturas citrícolas. A falta de chuva tem acentuado o murchamento de folhas e aumentado a queda de frutos ainda em desenvolvimento. As culturas do melão e melancia seguem em colheita, com condição fitossanitária das plantas excelente e frutos saborosos. Inicia a maturação das uvas das variedades americanas.

PASTAGENS

A recorrente falta de chuvas no RS tem tornado crítica a situação das pastagens, principalmente em locais de solos mais rasos ou com textura arenosa, paralisando o crescimento dos campos nativos e das pastagens cultivadas. Muitas espécies forrageiras já não suportam mais o pastejo, e a redução na oferta de pastagens tem levado muitos produtores a aumentar o uso de silagem e feno ou a ajustar a lotação de animais a campo.

BOVINOCULTURA DE CORTE

Assim como ocorre com o desenvolvimento das pastagens, as condições dos rebanhos variam muito. Onde ocorreram precipitações e as forrageiras conseguiram ofertar alimentos, os rebanhos apresentam ganho de peso, principalmente os animais conduzidos em áreas de pastagens anuais de verão. Já onde a estiagem está restringindo o desenvolvimento das plantas, os bovinos vêm tendo dificuldades para manter o escore corporal.

BOVINOCULTURA DE LEITE

O baixo índice pluviométrico diminuiu a quantidade e a qualidade das pastagens e a capacidade de suporte forrageiro aos animais; porém, as matrizes que continuam recebendo suplementação vêm mantendo as condições corporais.

OVINOCULTURA

Os rebanhos seguem com bom estado corporal, mesmo com a menor disponibilidade de pastagens, pois a conformação mais baixa das espécies campestres favorece o consumo pelos ovinos. A falta de chuvas diminuiu a incidência de verminose e de problemas de casco.

Na maioria das propriedades, as matrizes e os reprodutores estão sendo preparados para a reprodução. Em algumas, como nas criações laneiras, os produtores já iniciaram a temporada de cobertura.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda