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Chuvas comprometem qualidade da cevada no Sul e dificultam classificação para a indústria de malte

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As chuvas frequentes nas regiões produtoras do Sul do Brasil estão comprometendo a qualidade da cevada colhida e criando dificuldades para o atendimento das exigências da indústria de malte. Relatórios divulgados pelo Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) e pela Emater/RS mostram que, além de atrasar os trabalhos de campo, as condições climáticas já afetam características dos grãos que determinam sua classificação comercial.

No Paraná, o Deral informou que a cevada colhida apresenta qualidade e produtividade abaixo do esperado, com prejuízos à classificação comercial e dificuldades para atender aos padrões exigidos para a cevada cervejeira. Segundo o levantamento referente ao período de 6 a 12 de outubro, as operações têm avançado apenas durante as janelas de tempo firme, enquanto a umidade elevada e a baixa luminosidade também aumentam a preocupação com doenças nas lavouras que permanecem no campo.

Até terça-feira (13), a colheita paranaense havia alcançado 28% da área cultivada. Apesar dos problemas identificados, 61% das lavouras ainda eram classificadas em boas condições, 32% em condições médias e 7% em condições ruins. Os números indicam que os efeitos sobre a produção não são uniformes e que o desempenho das lavouras precisa ser acompanhado também pelos parâmetros de qualidade exigidos na comercialização.

No Rio Grande do Sul, o levantamento da Emater/RS divulgado em 8 de outubro apresenta um exemplo concreto dessa dificuldade. No município de Tio Hugo, foram registradas produtividades de 3.720 quilos por hectare, mas as chuvas durante a fase reprodutiva reduziram o poder germinativo dos grãos para 88%, abaixo do padrão de 95% exigido pela indústria de malte.

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O poder germinativo é um dos parâmetros essenciais para a utilização da cevada na produção de malte. Dessa forma, mesmo lavouras com produtividades consideradas elevadas podem apresentar dificuldades para atender às especificações industriais, dependendo da qualidade dos grãos obtidos.

A Emater/RS estima que o estado cultive 20.320 hectares de cevada nesta temporada, com produtividade média projetada de 3.020 quilos por hectare. O relatório também aponta que os cultivos estão predominantemente nas fases finais de desenvolvimento, com início pontual da colheita e diferenças nas condições entre as regiões produtoras.

A preocupação agora é com o destino comercial dos lotes que não atendam aos padrões cervejeiros. Embora os relatórios já identifiquem problemas de classificação e qualidade, ainda não há informações consolidadas sobre a quantidade de cevada que poderá deixar de ser destinada à maltagem, eventuais descontos aplicados ou diferenças de remuneração aos produtores.

Com grande parte da colheita ainda por realizar no Paraná e lavouras gaúchas avançando para as fases finais do ciclo, a evolução do clima e os próximos resultados de classificação deverão determinar a extensão dos impactos sobre a comercialização da cevada no Sul do país.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda