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Chuvas avançam pelo Centro-Sudeste e atingem regiões produtoras de grãos

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O padrão meteorológico sobre o Brasil entra em um período de transição importante para o agronegócio. Após dias marcados por tempestades severas no Sul e calor extremo no interior do país, uma frente fria combinada à convergência de umidade vinda do Noroeste passa a espalhar chuvas pelo Centro-Oeste, Sudeste e partes da região Norte e do Matopiba, provocando uma queda significativa nas temperaturas máximas.

Avanço das precipitações pelo Centro do Brasil e Matopiba

De acordo com o meteorologista Francisco de Assis, as instabilidades se intensificam no decorrer da semana sobre áreas estratégicas para a safra de grãos. Volumes consideráveis são esperados entre o Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com acumulados que podem alcançar a faixa dos 100 milímetros, expandindo-se também para Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso.

A chegada das chuvas a polos produtores como Rio Verde, Sorriso, Sinop, Água Boa e Sapezal, além de áreas de pastagem e lavouras no Matopiba e no semiárido nordestino, marca o retorno gradual da umidade. “Essa convergência de umidade vem e se acopla com a frente fria, dando melhores condições de chuva de maneira mais significativa e geral na parte central do Brasil”, explicou Francisco de Assis.

Queda nas temperaturas e alívio momentâneo

Com o aumento da cobertura de nuvens e a ocorrência de pancadas de chuva, as temperaturas devem cair expressivamente no Centro-Oeste e Sudeste. Termômetros que vinham registrando valores próximos a 40 °C devem recuar entre 5 °C e 7 °C até meados da semana, amenizando a recente onda de calor.

O especialista alertou, contudo, para os efeitos da irregularidade das chuvas em áreas pecuárias do interior de Minas Gerais, Bahia e Matopiba, onde pastagens ressecadas podem ser prejudicadas caso recebam chuvas pontuais insuficientes para garantir a rebrota e novo veranico se estabeleça em seguida.

El Niño ganha força e exige cautela do produtor

Outro ponto de destaque é o monitoramento do fenômeno El Niño, cujos índices de anomalia térmica no Oceano Pacífico atingiram patamares entre +2,5 °C e +2,7 °C, com projeções indicando possibilidade de alcançar marcas próximas a +3,0 °C até dezembro. Trata-se de um evento de intensidade severa, comparável aos episódios históricos de 1982/83 e 2015/16.

Apesar do alívio hídrico observado nesta quinzena de outubro, Francisco de Assis pontua que o comportamento das chuvas exigirá prudência no planejamento das operações agrícolas. “Isso não significa dizer que essa chuva deve ter uma continuidade constante pela frente, porque os modelos indicam um novembro com chuvas abaixo da climatologia. Teremos de acompanhar as previsões semanais de perto”, alertou.

Situação no Sul e risco de novos ventos

Na Região Sul, onde acumulados elevados e rajadas superiores a 100 km/h causaram estragos na semana anterior, a expectativa é de uma breve trégua antes da formação de um novo centro de baixa pressão. Um novo sistema ciclônico deve se estruturar, provocando volumes entre 70 e 100 milímetros no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Embora as rajadas de vento devam ser menos intensas que as do último episódio — ficando estimadas em torno de 80 km/h devido a um menor contraste térmico —, a atenção permanece redobrada para o manejo de solo e a infraestrutura das propriedades rurais.

* Com auxílio de IA

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda