Se STF autorizar, tenho plano pronto para pandemia, diz Bolsonaro
Diz que hoje não tem “autoridadeâ€; “Estou pronto para botar meu plano†(no Poder360)
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 4ª feira (3.mar.2021) que tem um plano pronto para conter a pandemia de covid-19 no Brasil. Deu a declaração depois de visita à residência oficial do embaixador do Kuwait, em BrasÃlia. Comentava a sugestão dada por secretários de saúde para impor um toque de recolher nacional.
A jornalistas, o presidente reclamou de ter sido convocado pelos representantes locais para dirigir uma medida nacional apenas 1 ano depois do inÃcio da pandemia e ironizou: “Agora? 1 ano depois? Lembraram de mim 1 ano depois? Estão sendo pressionados pela população que não aguenta mais ficar em casa e que tem que trabalhar por necessidadeâ€.
“Se eu puder decidir, tenho o meu plano, o meu projeto pronto para botar em prática no Brasil. Agora preciso de autoridade. Se o Supremo Tribunal Federal achar que pode dar o devido comando dessa causa a um poder central, que eu entendo ser legÃtimo e meu, eu estou pronto para botar o meu plano [em prática]â€, disse. Perguntado, o presidente não quis dar mais detalhes.
O plenário do STF acolheu em 15 de abril de 2020, por unanimidade, ação apresentada pelo PDT contra vários dispositivos da Medida Provisória 926 de 2020, que atribuiu à Presidência da República a centralização das prerrogativas de isolamento, quarentena, interdição de locomoção e de serviços públicos e atividades essenciais durante a pandemia.
Os autores da ação alegaram que a MP esvaziava a competência e a responsabilidade constitucional de Estados e municÃpios para executar medidas sanitárias, epidemiológicas e administrativas relacionadas ao combate ao novo coronavÃrus.
RECURSOS PARA ESTADOS
Bolsonaro também afirmou nesta 4ª feira que governadores pediram ao governo federal mais recursos para conter os efeitos da pandemia de covid-19 e abrir novos leitos de UTI (unidade de terapia intensiva) em seus Estados. O chefe do Executivo disse a jornalistas que a União fará “o que for possÃvel para preservar vidasâ€.
“Ontem os governadores pediram mais recursos. Vou conversar com Pazuello. Ele não é dono da chave do cofre, mas o que for possÃvel fazer, a gente vai fazer para preservar vidasâ€, declarou.
Nós aqui não nos furtamos a liberar recursos para isso, agora foi liberada uma quantidade enorme de recursos no ano passado, não quero culpar ninguém de nada, nem desconfiar ninguém de nada, mas foram recursos vultuosos que grande parte do problema poderia ter solucionadoâ€, disse o presidente. E completou: “Agora veio uma 2º onda, uma cepa nova que ninguém esperava isso aÃ.â€Â
Governo deve apurar “interesses†que obrigam importar diesel, diz Bolsonaro
Fala em aumentar capacidade de refino; Diz que haverá nova alta no petróleo (no Poder360)
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 4ª feira (3.mar.2021) que terá de investigar supostos interesses que obrigam o Brasil a importar óleo diesel e consequentemente a refinar menos petróleo.
“Eu lamento informar, mas parece que nós poderÃamos estar refinando mais e há algum interesse, que temos que apurar se é verdadeiro ou não, em refinar menos para nos obrigar a importar o óleo dieselâ€, disse o presidente a jornalistas na residência do embaixador do Kuwait em BrasÃlia.
Segundo Bolsonaro, essa prática encareceria o produto final, ou seja, o preço do combustÃvel no Brasil.
Para contextualizar a suposição, o presidente afirmou que a refinaria do paÃs de um dos embaixadores presentes no encontro tem operado apenas com 70% de sua capacidade e que isso poderia acontecer no Brasil.
Bolsonaro disse aos jornalistas que poderá haver uma nova alta no preço do petróleo nas próximas semanas. Afirmou ainda que isso reforça que a troca no comando da estatal foi positiva.
“A notÃcia não muito boa, é no petróleo. Obviamente, eles acham que o preço ainda não está muito adequado, pode ser que teremos uma alta no petróleo nas próximas semanas, complica pra genteâ€, disse. E completou: “Isso reforça o nosso interesse em, efetivamente, mudar o presidente da Petrobrasâ€.
Bolsonaro afirmou mais uma vez que não interferiu nem interferirá na Petrobras, mas que o general Joaquim Silva e Luna, indicado para o comando, poderá ajudar a combater cartéis e fraudes.
“Nós queremos não interferir – como nunca interferimos, isso nunca existiu não falei ‘desfaz esse reajuste, não quero reajuste na semana que vem’. Agora a Petrobras pode colaborar com outros órgãos no combate a cartéis, adulteração de combustÃvel e a questão de diversificarmos o máximo possÃvel das refinariasâ€, disse.
Em momento crÃtico da crise do coronavÃrus, Bolsonaro afirma que “criaram pânico”
BRASÃLIA (Reuters) – No pior momento da pandemia de Covid-19 no paÃs, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que “criaram pânico” em torno da nova doença e voltou a criticar medidas mais restritivas adotadas por governadores para conter a disseminação do vÃrus.
Bolsonaro disse ainda, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada, que seu pronunciamento, quando ocorrer, tratará da pandemia e das vacinas, e aproveitou para defender a atuação no processo de imunização.
“Criaram pânico, né? O problema está aÃ, lamentamos. Mas você não pode entrar em pânico. Que nem a polÃtica, de novo, do fique em casa. O pessoal vai morrer de fome, de depressão?”, disse a um dos apoiadores.
As declarações de Bolsonaro ocorrem após o Brasil ter registrado na terça-feira recorde de mortes por Covid-19 em um único dia, com 1.641 novos óbitos, elevando o total desde o inÃcio da pandemia para 257.361. Mais de 10,6 milhões de pessoas já foram infectadas pelo novo coronavÃrus.
Mesmo um órgão federal, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), destacou, em nota técnica publicada na terça-feira, que a rápida aceleração da pandemia verificada desde janeiro resultou no pior cenário de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 em vários Estados e capitais do paÃs, com 19 unidades da Federação apresentando taxas de ocupação de leitos superiores a 80%.
Nesta quarta-, Bolsonaro aproveitou a conversa com apoiadores para atacar a imprensa, afirmando que ignorá-la é a “maneira” de “pensar em coisas sérias”. O presidente disse ainda que “para a mÃdia, o vÃrus sou eu”.
“Se você ler a imprensa, você não consegue viver. Então, faz o que eu faço: cancelei desde o ano passado todas as assinaturas de jornais e revistas”, afirmou.
Bolsonaro defende maior concorrência nos combustÃveis e quer investigar volume de produção de diesel
BRASÃLIA (Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira uma maior concorrência no mercado de combustÃveis e disse que o governo apura a suspeita de que refinarias estariam refinando uma quantidade reduzida de óleo diesel, obrigando o Brasil a importar esse insumo e o que, consequentemente, encarece o preço final pago pelo consumidor.
Bolsonaro disse que a Petrobras pode colaborar com outros órgãos no combate a cartéis e adulteração de combustÃveis e defendeu que é preciso diversificar “o máximo possÃvel” a questão das refinarias.
“Nós poderÃamos estar refinando mais e há interesse, estamos apurando se é verdade, que há interesse em refinar menos para nos obrigar a importar óleo diesel, o que encarece o óleo diesel”, disse.
O presidente afirmou que quer avaliar a atuação do que chamou de “cartéis”, sem dar detalhes, e que tem discutido com a Agência Nacional do Petróleo formas para se abrir mais o mercado e “não ficar preso a alguns monopólios que existem aqui”.
As falas do presidente estão na esteira da troca do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, após sucessivos aumentos no preço dos combustÃveis desde o inÃcio do ano. Bolsonaro decidiu indicar o general reformado Joaquim Silva e Luna para o comando da estatal, o que provocou uma forte queda nas ações da empresa na bolsa de valores.
Bolsonaro diz que economia do Brasil foi uma das que menos caiu
BRASÃLIA (Reuters) – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que o Brasil foi um dos paÃses cuja economia menos caiu no mundo em 2020, ao comentar a queda histórica do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, e disse que o resultado se deve em parte ao auxÃlio emergencial.
“O que eu posso falar para você é que se esperava que a gente ia cair 10%, parece que caÃmos 4%”, disse Bolsonaro. “É um dos paÃses que menos caiu no mundo todo, então, tem esse dado positivo. O que fez a economia movimentar, em parte, foi o auxÃlio emergencial”, acrescentou.
“Este dinheiro quando vai para o municÃpio, ele roda a economia local que interfere na arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais também. Fizemos também muita coisa buscando atender na ponta da linha o trabalhador que não viesse a perder seu emprego”, emendou.
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE) nesta quarta mostraram que o PIB teve contração de 4,1% em 2020, sob impacto das medidas de contenção ao coronavÃrus, com a atividade no ritmo mais fraco desde o começo da série iniciada em 1996.
Para Bolsonaro, o governo federal fez todo o possÃvel para evitar que se tivesse um caos no Brasil.
Questionado sobre o retorno do auxÃlio emergencial, o presidente repetiu que não há dinheiro em caixa. “É endividamento e cada vez que você endivida, você aumenta seu… tem o cheque especial lá no banco, você paga com juro maior, juro não, o valor maior no final do mês. É o que pode acontecer com o Brasil, a economia tem que pegar”, afirmou.
Bolsonaro já disse que a nova etapa do auxÃlio deverá ser paga em quatro parcelas de 250 reais cada. O benefÃcio ainda precisa ser aprovado pelo Congresso.
CNA projeta crescimento de 2,5% do PIB agropecuário em 2021; milho pode pressionar
SÃO PAULO (Reuters) – O PIB agropecuário, que mede a atividade dentro da porteira, deverá voltar a crescer este ano, com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) projetando aumento de 2,5% sobre 2020, caso o clima colabore com a segunda safra de milho, que terá boa parte plantada fora da janela climática ideal após um atraso da colheita de soja.
Segundo o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, a estimativa ainda pode ter viés de alta, se a demanda internacional pelos produtos brasileiros ficar aquecida ou a economia interna melhorar; ou de baixa, na hipótese de algum problema de safra, notadamente de milho.
O cereal e a soja são duas das principais culturas do Brasil. No caso da oleaginosa, a safra está bem encaminhada para ter novo recorde, enquanto o paÃs planta a maior parte do cereal na segunda safra, na sequência da colheita da verão, o que está ocorrendo agora.
“O que vimos foi um atraso de 40 dias (na soja), e isso no cômputo geral não vai ter grandes prejuÃzos. Mas um terço da safra do milho segunda safra será plantado fora da janela ideal de plantio (pelo atraso da soja). Isso sim, se der alguma estiagem mais severa, pode influenciar no milho segunda safra e outra culturas”, disse ele.
“O clima é o fator que estamos olhando com mais preocupação, que pode fazer com que haja um recuo do PIB da agropecuária”, acrescentou.
Em 2020, conforme informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE), a Agropecuária foi o único setor que cresceu, com 2%, ante queda de 3,5% na Indústria e recuo de 4,5% em Serviços.
O PIB do paÃs, como um todo, caiu 4,1%, na maior retração em 24 anos sob impacto das medidas de contenção do coronavÃrus.
O aumento da Agropecuária foi impulsionado pela soja (7,1%) e café (24,4%), que tiveram produções recordes na série histórica.
Dessa forma, a participação da agropecuária no PIB nacional subiu de 6,7% em 2019 para 7,l% em 2020, disse o especialista da CNA.
“Se o PIB da agropecuária fosse zero, o PIB do Brasil teria caÃdo 4,2 e não 4,1%”, comentou, lembrando que algumas indústrias ligadas ao agronegócio também apresentaram crescimento, como os segmentos de alimentos e de papel e celulose.
“Ou seja, somado e subtraÃdo, o PIB do Brasil teria caÃdo mais, não fosse o agronegócio.”
Ele destacou ainda que a evolução do PIB da agropecuária na última década foi de 25,4%, com ganhos de produtividade e forte demanda internacional pelos produtos nacionais, enquanto o PIB do Brasil recuou 1,2% no mesmo perÃodo.
Contratação de apólices de seguro rural mais que dobra em 2020 no Brasil
SÃO PAULO (Reuters) – Com o aumento na demanda de agricultores por seguro rural e no valor aplicado pelo governo no programa de subvenção, o número de contratação de apólices mais que dobrou em 2020, para 193.470 unidades, ante 93.108 registradas um ano antes, informou o Ministério da Agricultura nesta quarta-feira.
De acordo com balanço do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), foram utilizados 881 milhões de reais para o pagamento de subvenções a apólices de seguro contratadas no ano passado. Em 2019, o montante ficou em 427,9 milhões.
As operações abrangeram uma área de 13,67 milhões de hectares e representaram 45,79 bilhões de reais em valor de produção segurado.
“Apenas em 2020 as seguradoras pagaram em indenizações aos produtores aproximadamente 2,5 bilhões de reais”, disse em nota o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do ministério, Pedro Loyola.
Para ele, considerando os sucessivos problemas climáticos observados nos últimos anos, cada vez mais severos, o produtor rural não deveria plantar sem a proteção do seguro e seguindo as recomendações do zoneamento agrÃcola.
Do total utilizado em 2020, aproximadamente, 311 milhões de reais foram liberados no primeiro semestre, sendo 82% deste recurso destinado para os grãos de inverno.
Já no segundo semestre, 68% do recurso foi destinado para os grãos de verão e café, e 11% para frutas. No ano ainda foram destinados 6,1 milhões de reais para pecuária e 28 milhões de reais para as demais culturas.
A área segurada de 13,67 milhões de hectares representa um salto de quase 104% no comparativo anual, embora valha destacar que o Brasil ainda está muito aquém em áreas com seguro rural ante alguns de seus principais concorrentes, como os Estados Unidos.
O Ministério da Agricultura destacou que, para 2021, está previsto o recurso de 1 bilhão de reais para o PSR, que depende ainda de aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), em tramitação no Congresso Nacional.Â
A CNA tem um cálculo mais abrangente sobre o PIB, considerando também indústrias, incluindo de insumos, o que deixa o indicador ainda mais robusto, comparado com o Ãndice da agropecuária.
Até dezembro, a CNA via um crescimento de 9% no chamado PIB do Agronegócio em 2020, estimativa que deve ser atualizada em breve.Â
Bunge amplia ações no Cerrado e quer eliminar soja ligada a desmate legal em 2025
SÃO PAULO (Reuters) – A Bunge informou nesta quarta-feira que lançou programa para monitorar a soja adquirida de fontes indiretas no Cerrado brasileiro, um movimento “sem precedentes no setor” que busca fechar o cerco contra o desmatamento associado à agricultura na importante região produtora.
O programa faz parte da PolÃtica Global de Não-Desflorestamento da Bunge, compromisso público e voluntário que prevê cadeias livres de desmatamento até 2025, disse a empresa em nota.
A Bunge esclareceu, por meio da assessoria de imprensa, que já não compra soja com origem em desmatamento ilegal. E que, a partir de 2025, também não comprará grãos que tenham sido cultivados em áreas desflorestadas dentro da legalidade, com desmates realizados após 31 de dezembro de 2024.
Agricultores brasileiros podem desmatar parte de suas terras dentro da lei, em percentuais que variam de acordo com a região.
Já o programa de monitoramento da soja adquirida de fontes indiretas, que deve contar com o apoio das revendas de grãos na região, foi lançado após empresas globais pedirem, em dezembro, que tradings de commodities parem de trabalhar com soja associada ao desmatamento do Cerrado brasileiro, que já viu cerca de metade de suas matas nativas serem convertidas em propriedades rurais.
“Nós reconhecemos o importante papel que podemos desempenhar em nossa indústria. Essa iniciativa sem precedentes é o caminho para que a Bunge compartilhe com sua cadeia de suprimentos suas melhores práticas para construção de cadeias de valor rastreáveis e verificáveis”, disse o vice-presidente Global de Sustentabilidade da Bunge, Rob Coviello, em nota.
A Bunge não detalhou por questões estratégicas os volumes originados no Cerrado, importante região produtora também de milho.
Afirmou apenas que origina cerca de 25 milhões de toneladas de grãos (soja, milho e trigo) anualmente em todo o Brasil, o maior produtor e exportador global da oleaginosa. O paÃs é ainda o segundo maior fornecedor de milho no mundo.
No que diz respeito à Amazônia, a Bunge lembrou que, como integrante da Moratória da Soja, a companhia não compra a oleaginosa de áreas que foram desmatadas mesmo que legalmente após 2008 –um movimento seguido por outras tradings do setor.
100%
A Bunge notou que já possui 100% de rastreabilidade em suas compras diretas no Brasil e, só no Cerrado, monitora mais de 8.000 propriedades, alcançando 11,6 milhões de hectares –a área brasileira total com soja está estimada em pouco mais de 38 milhões de hectares em 2020/21.
Segundo a empresa, com o engajamento das revendas de grãos, a partir do Parceria Sustentável Bunge, a expectativa é alcançar também 100% de rastreabilidade e monitoramento dos volumes oriundos de compras indiretas, afirmou em comunicado.
Atualmente, a Bunge monitora 30% dos volumes indiretos.
O programa sobre o Cerrado vai orientar os parceiros a implantarem sistemas de verificação da cadeia, incluindo o uso de imagens de satélite.
As revendas poderão adotar serviços de imagem independentes ou usar a estrutura de monitoramento geoespacial da Bunge, sem custos, ressaltou a empresa.
Para o diretor de Originação da Bunge, Roberto Marcon, as revendas de grãos possuem papel importante ao viabilizar o acesso de pequenos e médios produtores ao mercado.
“Ao auxiliá-las a implantarem sistemas de rastreabilidade e monitoramento contribuÃmos com todo o setor.”
