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Nesta terça-feira (16), a Secretária Comércio Exterior (Camex) reportou que a média diária exportada de carne bovina fresca, refrigerada e congelada ficou em 4,7 mil toneladas na segunda semana, na qual teve um recuo de 42,94% frente a média do mesmo perÃodo do ano passado, que ficou em 8,3 mil toneladas.
O volume exportado de carne bovina fresca, refrigerada e congelada ficou em 38,2 mil toneladas na segunda semana de novembro/21, sendo que o total exportado alcançou 167,7 mil toneladas no mesmo perÃodo do ano passado. Â
De acordo com o Analista de Mercado da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o ritmo dos embarques segue lento e não há uma previsão de retomada da China à s compras no curto prazo. “A China também está priorizando investir na suinocultura local, por isso estão comprando menos até a carne suÃna brasileira para tentar recuperar o setor no PaÃs que está enfrentando uma criseâ€, informou.Â
Segundo as informações da Radar Investimentos, se esse desempenho seguir nas próximas semanas vamos ter pior desempenho das exportações de carne bovina do Brasil desde junho/18 (perÃodo de greve dos caminhoneiros). “Este montante projetado com o ritmo atual seria 6,8% abaixo de mês contra mês e 54,3% menor no comparativo anual. Vale a pena reforçar que estas estimativas devem ter alteração, pois falta praticamente metade do mês a ser contabilizado”, reportou.Â

Os preços médios na segunda semana de novembro ficaram próximos de US$ 4.951,1 mil por tonelada, na qual teve uma alta de 12,46% frente aos dados divulgados em novembro de 2020, que registraram o valor médio de US$ 4.402,7 mil por tonelada.Â
O valor negociado para o produto na segunda semana de novembro ficou em US$ 189.555 milhões, tendo em vista que o preço comercializado durante o mês de novembro do ano anterior foi de US$ 738.492 milhões. A média diária ficou em US$ 23.694 milhões e registrou uma desvalorização de 35,83%, frente ao observado no mês de novembro do ano passado, que ficou em US$ 36.924 milhões.