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Os preços do café trabalhavam com ganhos moderados nas bolsas internacionais na manhã desta quarta-feira (18), após encerrarem a sessão anterior com fortes quedas.
Segundo informações da Reuters, os corretores observaram que os diferenciais, ou o prêmio de preço sobre os futuros nos países exportadores, aumentaram significativamente nos últimos dias, um sinal de que a recente queda nos futuros pode ter sido exagerada.
De acordo com o Barchart, os futuros têm estado sob pressão nas últimas 3 semanas em meio a sinais de uma safra recorde no Brasil. Em 5 de fevereiro, a Conab afirmou que a produção de café no Brasil em 2026 deverá crescer 17,2% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 66,2 milhões de sacas, com a produção de arábica subindo 23,2% em relação ao ano anterior, para 44,1 milhões de sacas, e a de robusta, 6,3% em relação ao ano anterior, para 22,1 milhões de sacas.
Perto das 9h30 (horário de Brasília), o arábica registrava queda de 20 pontos no valor de 284,40 cents/lbp no vencimento de março/26, um aumento de 45 pontos negociado por 283,55 cents/lbp no de maio/26, e um ganho de 50 pontos no valor de 280,05 cents/lbp no de julho/26.
O robusta apresentava alta de US$ 44 no valor de US$ 3,725/tonelada no contrato de março/26, um avanço de US$ 50 no valor de US$ 3,669/tonelada no de maio/26, e um aumento de US$ 48 cotado por US$ 3,587/tonelada no de julho/26.