Notícias

ANTT realiza Audiência Pública sobre Regulamento das Concessões Rodoviárias

A Agência Nacional de Transportes Terrestres realiza nesta quarta (7/4), às 15h, a sessão pública da AP nº 2/2021, que visa colher sugestões e contribuições à minuta de resolução que estabelece diretrizes para a elaboração de um Regulamento das Concessões Rodoviárias (RCR), que venha abarcar todas as regras genéricas setoriais e permita uma simplificação regulatória, com foco na permanente atualização dos procedimentos regulatórios da ANTT. 

Clique aqui e acompanhe ao vivo a sessão pública, a partir das 15h, no Canal ANTT no youtube.

O RCR será uma espécie de microssistema normativo, que tem como premissas a rigidez e coerência com as melhores práticas regulamentares da administração pública federal. Trata-se de um modelo no qual o regulamento assume o protagonismo das regras gerais. Dada a complexidade da criação de um regulamento que contemple todos os aspectos das concessões, a ANTT optou pela preparação do normativo em etapas. Assim, neste primeiro momento, coloca-se em debate o RCR 1, que trata do princípio da contratualidade das concessões de serviço público, que agrega os temas relacionados às disposições gerais sobre concessões rodoviárias federais, como a fase pré-contratual, disposições gerais, legislação aplicável, regime jurídico do contrato, contagem de prazo e demais temas. 

Demais Diretrizes:

RCR 2: Serviço público adequado, seguro, sustentável e de qualidade, que agrega os temas relacionados à configuração do serviço público, como tipo de concessão, serviços oferecidos (objetivos e metas), delineamento da infraestrutura (objeto, área, bens e prazo), serviço adequado, qualidade das obras e serviço, classificação anual de concessionários, segurança de trânsito e declaração de compromisso concessionária.

RCR 3: Transparência dos deveres e garantias da concessão, que agrega os temas relacionados às obrigações e garantias das partes envolvidas na concessão: Direitos e deveres dos concessionários, do poder concedente, dos usuários, de terceiros afetados diretamente pela infraestrutura rodoviária e dever de transparência e informação, participação social e comissão tripartite.

RCR 4: Gestão eficiente e preservação do patrimônio público concedido, orientado pela utilidade e atualidade, que agrega os temas relacionados à orientação do patrimônio público para os serviços públicos disponibilizados pelas rodovias concedidas, como dever de guarda e vigilância dos bens da concessão, cessão/alienação bem da concessão, controle de acesso à rodovia, regras e procedimento de entrega e reversibilidade de bens, desapropriações e desocupações da faixa de domínio, remoção de interferências, acréscimos e supressões de obras e serviços, obras (obrigatórias/não obrigatórias/iniciais), obras específicas e do poder público, obras condicionadas ao volume de tráfego, gestão ambiental, programa de exploração da rodovia e plano de transição operacional.

RCR 5: Manutenção do equilíbrio contratual durante toda a gestão privada do serviço público e da modicidade tarifária, que agrega os temas relacionados à gestão econômico-financeira da concessão, como fontes de receitas tarifárias e receitas extraordinárias (art. 11, Lei nº 8.987/1995), cessão de propriedade intelectual, seguros e garantias de execução contratual, verba de fiscalização, risco da demanda e da execução de obras e risco poder concedente, subconcessão, alocação de riscos, métodos de equilíbrio econômico-financeiro, fatores de reequilíbrio, reajuste e revisões, financiamentos, negócios com partes relacionadas, tarifa e sistema tarifário, início de cobrança de pedágio e alocação de praças de pedágio, capital social mínimo, verbas da concessão (fiscalização, RDT e verba de segurança de trânsito) e contratação de terceiros.

RCR 6: Continuidade do serviço público e manutenção do nível do serviço público, que agrega os temas relacionados à  supervisão, encerramento e gestão de conflitos da concessão, como fiscalização contratual (obras e serviços, econômico-financeira e operacional-postos de pesagem), penalidades, intervenção, extinção da concessão, apuração de haveres e deveres, parcelamento de débitos e diferimento de pagamentos, termo de ajustamento de conduta, transferência de controle, resolução de controvérsias e processos judiciais pendentes sobre a concessão.

RCR 7: Atendimento das necessidades regionais e especificações da exploração da infraestrutura pública, que agrega os temas relacionados ao novo modelo de contrato de concessão, integrando elementos específicos das infraestrutura, quais sejam: objeto, área, bens, prazo, valor das garantias e seguros, obras iniciais, início da cobrança de pedágio, capital social mínimo, tarifa de pedágio e sistema tarifário, localização das praças de pedágio e postos de pesagem, programa de exploração de rodovias – disposições específicas, processos judiciais pendentes sobre a concessão e plano de transição operacional específico. 

As informações específicas sobre a matéria e as orientações acerca dos procedimentos relacionados a realização e participação da audiência pública estão disponíveis, na íntegra, no site www.antt.gov.br. Informações e esclarecimentos poderão ser obtidos pelo e-mail [email protected].

Contribuições podem ser enviadas até as 18 horas do dia 27/04/2021.

Para saber como enviar sua contribuição, acesse o tutorial do Sistema ParticipANTT.

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda