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Açúcar cai nas bolsas internacionais e amplia perdas na semana

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A semana encerrou com os preços do açúcar em queda nas principais bolsas internacionais. Nesta sexta-feira (10), os contratos negociados em Nova York e Londres seguiram a tendência de baixa, pressionados pelo cenário geopolítico global e pela ampla oferta da commodity.
Em Nova York, o açúcar recuou 11 pontos, sendo negociado a 13,75 cents por libra-peso. Pela manhã, a cotação chegou a operar estável, mas perdeu força ao longo do dia.

Já na bolsa de Londres, houve queda de 27 pontos, com o açúcar cotado a US$ 413,80 por tonelada.

Os preços seguem enfraquecidos, dando continuidade a um movimento de baixa que já dura uma semana. Em Nova York, a commodity atingiu o menor nível em cinco semanas, enquanto em Londres os valores recuaram ao menor patamar em quatro semanas. O principal fator de pressão continua sendo a percepção de ampla oferta global.

No cenário internacional, declarações do governo da Índia também influenciaram o mercado. Na terça-feira, o secretário de Alimentos do país afirmou que não há planos para restringir as exportações de açúcar neste ano, afastando temores de que a Índia pudesse redirecionar mais produto para a produção de etanol, em meio às incertezas no fornecimento de petróleo decorrentes da guerra com o Irã.
Além disso, o aumento da produção no Brasil reforça o viés de baixa das cotações internacionais. 

Por outro lado, fatores geopolíticos seguem no radar. O fechamento do Estreito de Ormuz, segundo a Covrig Analytics, reduziu em cerca de 6% o comércio global de açúcar, ao restringir o fluxo necessário para a produção de açúcar refinado, o que adiciona volatilidade ao mercado.
De acordo com análise da StoneX, a safra 2026/27 no Centro-Sul do Brasil começa em uma condição mais equilibrada, após avanço relevante nas fixações de açúcar por parte dos produtores, movimento que reduz a pressão vendedora que vinha limitando altas mais expressivas nos preços internacionais. 

Depois de registrar um atraso de até 20 pontos percentuais nas fixações em relação ao mesmo período do ciclo anterior, os produtores aproveitaram a janela de alta observada em março para acelerar as vendas. O volume fixado avançou de 41,8% para 59,5%, reduzindo a defasagem para cerca de 10 pontos percentuais, frente aos 68,7% registrados no fim de março de 2025.

O ambiente de preços mais firmes no mês passado foi impulsionado, em parte, pelo acirramento dos conflitos no Oriente Médio, que levou à redução de posições vendidas por agentes especulativos. Ao mesmo tempo, produtores ainda atrasados nas fixações aproveitaram a maior liquidez para avançar nas negociações. 

Na prática, esse movimento limitou uma alta mais expressiva das cotações, já que a oferta adicional oriunda das fixações compensou parte da pressão compradora. Ainda assim, a recomposição do ritmo de vendas altera a dinâmica do mercado.
“O mercado passa a operar em uma condição mais equilibrada, com menor resistência do lado produtor a movimentos de alta”, afirmou a consultora em gerenciamento de riscos da StoneX, Nathalia Bruni. 

Segundo a consultoria, a defasagem nas fixações vinha funcionando como um teto informal para os preços. Com a redução desse atraso, esse fator perde força, o que pode abrir espaço para movimentos mais sustentados de alta, caso surjam novos gatilhos no mercado.
 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda