Com o objetivo de evitar a Peste Suina Africana (PSA), a Associação de Criadores de SuÃnos do Rio Grande do Sul – ACSURS começou a distribuição do material de combate à PSA, desenvolvido e fornecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), aos suinocultores.
Com informações para evitar a entrada da PSA nas propriedades onde há produção de suÃnos, o material traz diversas informações de prevenção à doença. Entre elas, a atenção especial na entrada de visitantes nas granjas e também de animais silvestres, principalmente javalis, que podem ser transmissores da doença.
Produzido no tamanho em policloreto de vinila (PVC) e no tamanho 60cmx42cm, o que facilita a visualização das informações e dificulta a deterioração, aconselha-se que o material seja colocado na entrada das granjas.
Sobre a PSA
A Peste SuÃna Africana (PSA) é uma doença hemorrágica de suÃnos, exótica e de notificação obrigatória. Por ser uma doença exótica e que pode se assemelhar clinicamente a outras, inclusive à Peste SuÃna Clássica (PSC), o diagnóstico laboratorial deve ser realizado em laboratórios oficiais do Mapa.
O perÃodo de incubação do vÃrus da PSA é de quatro a 19 dias e a doença pode ser apresentar nas formas aguda, subaguda e crônica em suÃnos de todas as faixas etárias. Os sinais da forma aguda são inapetência, febre, leucopenia, petéquias e hemorragias na pele (orelhas, flancos) e elevada mortalidade.
Ajude o Brasil a se manter livre da PSA
Orientações aos cidadãos em geral:
-Não trazer produtos de origem animal de viagens ao exterior. Eles podem trazer não somente a PSA, mas outras enfermidades que acometem rebanhos ou mesmo a saúde humana.
-Não trazer produtos de caça, especialmente suÃdeos asselvajados (javalis, catetos etc) e não caçar em paÃses acometidos pela PSA.
Orientações ao produtor:
-Evitar visitas à granja e monitorar todos os visitantes cumprindo todos os protocolos de sanidade.
-Reportar às autoridades sanitárias quaisquer alterações consideradas importantes nos animais como doenças hemorrágicas, mortes suspeitas.
-Atenção à alimentação dos animais evitando que comam restos de alimentação humana, especialmente se contiver carne suÃna.
-Combater o transporte ilegal de animais, sempre sujeito a riscos sanitários.
-Seguir as leis, normas e recomendações de biosseguridade e investir nessa área a fim de manter as instalações seguras.
Contato
Em caso de qualquer suspeita ou alteração de mortalidade no rebanho, contate a inspetoria veterinária ou envio mensagem pelo Celular/WhatsApp (51) 98445-2033.