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ABCS impulsiona a presença da carne suína na mesa dos brasileiros com 17,58 kg per capita

O consumo de carne suína tem crescido de forma contínua e consistente no Brasil, especialmente nos últimos anos, impulsionado pelas mudanças no mercado, que tornaram o custo-benefício determinante na hora de selecionar quais produtos vão compor a cesta de supermercado. Esse cenário favorável se apoia em diversos fatores, como o aumento na transferência de renda, que deu mais poder de compra ao público que já consumia a carne suína, e também na conquista de novos consumidores, que vem quebrando preconceitos, descobrindo novos cortes e novas maneiras de se consumir carne suína, preferindo essa proteína pela seu sabor, saudabilidade, versatilidade, praticidade e todos os benefícios que a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) vem comunicando há cerca de 10 anos. Liderada pela ABCS, a iniciativa de ir até os consumidores, através do varejo, não apenas levar informações, mas ouvir suas demandas, tem percorrido um longo caminho e produzido bons frutos, assim como aponta o crescimento do consumo per capita no Brasil a partir de levantamento com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que fechou com recorde, atingindo 16,9 kg em 2020, e hoje já chega a 17,58 kg, um marco histórico para a carne suína no Brasil.

Dados de mercado também mostram que a carne suína vem conquistando consumidores de outras proteínas. De acordo com análise feita pela ABCS, desde 2015, o brasileiro mantém a média de cerca de 89 kg per capita de carne consumidas ao ano, mas tem feito mudanças inteligentes para poder continuar consumindo proteína com mais frequência a um custo mais acessível. Por isso, a carne suína aumentou mais de 2,4kg até 2020, enquanto a carne bovina diminuiu cerca de 3.9 kg per capita. A expectativa é que em 2021, essa troca se torne ainda mais expressiva devido às altas de preços do boi e ao momento econômico que o brasileiro vem passando, o que trouxe oportunidades para mostrar ainda mais as vantagens de inserir carne suína no dia a dia dos brasileiros.

O técnico de T.I, Felipe Alves, 26, conta que o consumo de carne suína em sua casa aumentou consideravelmente no último semestre. “Acabamos trocando a carne bovina por outras proteínas, especialmente a suína e temos gostado da substituição. A carne suína é igualmente saborosa quando comparada a qualquer outra carne, com os mais variados tipos de cortes e modos de preparo e não deixa a desejar em nada.” Ele encara o cenário atual como uma porta de entrada para a oportunidade de descobrir a carne suína, e declara que esses hábitos vão continuar se mantendo. “Acho que a carne suína ganhou um espaço maior e em definitivo no lar dos brasileiros e acabou sendo uma oportunidade de a carne suína mostrar seu valor e acabar com qualquer desinformação ou receio que impediam o consumo.” 

O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, avalia que a carne suína vem ganhando espaço entre os consumidores, em detrimento de outras proteínas há cerca de 5 anos pela sua vantagem de custo benefício e seu sabor, mas principalmente pelo trabalho sistêmico de educação que tem sido desenvolvido. “Podemos considerar esse aumento fruto do árduo trabalho de todo o setor, que vem se empenhando em produzir carne suína com o máximo de qualidade, aumentando a produtividade, inovando na apresentação dos cortes, e também trabalhando a divulgação de informações corretas junto aos consumidores.” 

Dentro dessas ações a ABCS vem investindo em campanhas de marketing e promoção da carne suína, como a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), que acontece anualmente ao lado das maiores e melhores redes de varejo do país, crescendo em número de redes, lojas, estados abrangidos, trabalhadores capacitados e clientes impactados a cada edição. Este ano com a adição de 10 redes de varejo, que entram com 22 bandeiras de supermercados, hipermercados e hortifrútis, 1.847 lojas presentes em todas as regiões do Brasil, a SNCS aproveita o tema churrasco, como um gancho para inserir mais ainda a carne suína na cultura dos brasileiros, mostrando que ela pode preencher a lacuna para quem quer continuar aproveitando essa atividade com muita qualidade e sabor. Além disso, para se aproximar dos pequenos e médios varejistas e dos públicos C, D e E, a ABCS protagonizou a campanha “Carne de porco: bom de preço, bom de prato”, que vem atuando em parceria de todas as associações e frigoríficos contribuintes com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), desde o mês de Abril de 2021, e já resultou em quase R$1 milhão em venda de carne suína, com mais de 44 toneladas de carne vendidas em 5 estados e no Distrito Federal. 

Além de grandes campanhas, o trabalho do marketing como ferramenta tem sido fundamental para divulgar a carne suína, criando possibilidades para que o consumidor possa ver a proteína como um universo de possibilidades, e não só um prato para ocasiões tradicionalmente especiais. Através da criação do conceito Escolha Mais Carne Suína, de cartilhas com receitas e de ações realizadas ao longo de todo o ano, a ABCS e todas as associações que compõe o Sistema, tem se empenhado em dialogar com nutricionistas, chefs de cozinha, merendeiras, influenciadores, estudantes de gastronomia, nutrição e veterinária, e todos os agentes que podem atuar como propagadores dessa ideia. O estudante Rodrigo Gonçalves, 25, exemplifica essa importância, já que tem aumentado bastante o consumo de carne suína durante o último ano, não apenas pelo custo benefício, mas por indicação nutricional. “Na minha dieta consumo 400 g de proteína diariamente, experimentei o filé mignon suíno pela primeira vez por indicação do meu nutricionista. Por ter aumentado o consumo da carne suína descobri mais dois novos cortes, a picanha e a alcatra. Gostei muito do filé por ser uma carne magra, da picanha pela suculência e da alcatra pelo sabor.” Ele destaca também que além de novos cortes, descobriu novas formas de preparo, com destaque para carne suína ao molho e assada com batatas e mostarda. 

Para a diretora de marketing e projetos da ABCS, Lívia Machado, o trabalho de promoção da carne suína está em agregar valor, criar oportunidades e conquistar o direito da atenção dos consumidores através da jornada estratégica que vem sendo trilhada pela ABCS, com apoio do FNDS. “Temos crescido muito com ações e iniciativas para aumentar o consumo de carne suína através de um trabalho sistêmico e investimentos de toda a cadeia. Esses resultados nos mostram que estamos no caminho certo, que a suinocultura brasileira ainda tem muito a crescer, e aponta também o potencial do conceito Escolha Mais Carne Suína como uma plataforma de conexão com os consumidores, que pode impulsionar ainda mais os bons resultados que já temos, assim como em cases de benchmarking na União Europeia e nos Estados Unidos.” 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda