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ABCS avalia normativa de bem-estar animal como uma conquista para o setor da suinocultura

No fechamento de 2020, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) publicou a Instrução Normativa 113 (16 de dezembro, 2020) na qual estabelece as boas práticas de manejo e bem-estar animal (BEA) nas granjas de suínos e criação comercial.  Os pontos de maior destaque tratados na norma são: a adequação visando substituir as práticas dolorosas e mutilações como corte de dentes, mossa, castração cirúrgica sem anestesia e corte apenas do terço final da cauda quando necessário.  Outro ponto importante é a exigência de capacitação dos profissionais envolvidos nas práticas.

Para o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes a publicação foi uma conquista para a suinocultura nacional. “A normativa traz a nós suinocultores segurança jurídica, sendo um importante balizador para o aprimoramento do sistema produtivo que ainda está no processo de transição, ou seja, temos um marco com uma norma que define os requisitos estabelecidos pelo MAPA, com os parâmetros que irão guiar a cadeia produtiva e a fiscalização”.

A IN foi finalizada em 2018 e organizada pelo Departamento de Desenvolvimento das Cadeias Produtivas e da Produção Sustentável do MAPA, mas antes de ser publicada foi colocada em consulta pública para o setor produtivo, contando com diversas adequações propostas pelas agroindústrias, de forma a tornar a norma exequível ao longo dos anos. A diretora técnica da ABCS, Charli Ludtke explica que a ABCS sempre foi atuante no tema, desde que o assunto vem sendo debatido pelo MAPA. “A ABCS integrou o grupo de trabalho que elaborou a Minuta de Norma de bem-estar animal para a suinocultura, juntamente com outras instituições”.

A diretora reforça que a suinocultura brasileira se aprimorou nos últimos anos, principalmente em relação a genética, nutrição e sanidade, e que nesse momento, precisamos focar em atender outros requisitos como o bem-estar animal e sistemas mais sustentáveis de produção de alimentos. “Essa normativa é um marco importante para alcançarmos essa modernização nas granjas, visando a transição dos sistemas de gaiolas individuais para a gestação coletiva, promovendo o enriquecimento ambiental e a substituição dos manejos que causam dor”. Ludtke pondera que as adequações que envolvem investimentos financeiros possuem prazos que variam de 10 a 25 anos. “A norma visa trazer prazos realistas para promover a transição e amenizar os impactos econômicos”.  A Diretora reforça ainda que os profissionais prestadores de serviço à campo devem promover treinamentos e adotar o sistema de monitoramento com as boas práticas e do bem-estar animal para o aprimoramento dos suinocultores.

Biosseguridade e o uso prudente de antimicrobianos, também estão interligados ao bem-estar-animal, reforça Ludkte. “Estamos acompanhando a exigência de algumas redes de varejo, que cada vez mais buscam maior transparência, rastreabilidade e certificação associada, seja com selo de sustentabilidade, bem-estar animal e com o uso prudente de antimicrobianos. Por isso, temos que ficar atentos às exigências do mercado consumidor e ver a melhor forma de nos adequar a elas”.  

Para fechar, Marcelo Lopes ressalta que o Brasil, como 4º maior produtor e 4º maior exportador de carne suína, sendo um dos principais players globais, atrás apenas dos Estados Unidos, União Europeia e Canadá em termos de exportação, deve ter uma norma que qualifique a produção e ampare seus produtores em alinhamento com o mercado globalizado. “A Normativa de BEA é um modelo legal para assegurar, ainda mais, a qualidade e eficiência da nossa produção”, disse o presidente da ABCS.

ABCS, protagonista em treinamento de BEA em parceria com o MAPA

Desde 2014, o MAPA e a ABCS formalizaram um termo de cooperação técnica para promover a sustentabilidade da cadeia produtiva e contaram com o apoio de diversos profissionais e pesquisadores, dentre eles a Embrapa Suínos e Aves. Durante esses anos, foram realizados eventos técnicos e publicados materiais orientativos, disponibilizados gratuitamente nos treinamentos e no site da ABCS. Ao todo, foram mais de 5 mil profissionais capacitados, entre eles produtores e colaboradores de agroindústrias e cooperativas do Brasil.

Charli Ludtke lembra ainda, que o livro Suinocultura: uma saúde e um bem estar está disponível para todos no site da Associação. O material fomenta a aplicabilidade da Instrução Normativa nº113 (16/12/2020 – MAPA), assim como atualiza o setor com conhecimento técnico-cientifico sobre o uso responsável de antibióticos, biosseguridade, sustentabilidade corporativa e a implementação do bem-estar animal nas diferentes fases de produção, conectados com uma só saúde e um só bem-estar.

Confira os materiais publicados pela ABCS sobre BEA: https://is.gd/YGDt3a

Leia na íntegra o texto da Instrução Normativa no113: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-113-de-16-de-dezembro-de-2020-294915279

Retificação do inciso VIII, artigo 9o:  https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/programas-de-saude-animal/sanidade-suidea/legislacao suideos/2021_Retificao_da_IN_113_21.01.2021.pdf

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda