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Inmet divulga projeção climática para maio e aponta impactos no campo

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A projeção do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o mês de maio de 2026 indica um cenário de contrastes no Brasil, com distribuição irregular das chuvas e predomínio de temperaturas acima da média em grande parte do país. Conforme o mapa de anomalias de precipitação, há indicativo de volumes acima da média em áreas das regiões Norte e Nordeste, além do Rio Grande do Sul, enquanto partes do Centro-Oeste, Sudeste e do Sul — como Paraná e Santa Catarina — devem registrar chuvas abaixo do normal para o período.

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No Centro-Oeste, onde predominam chuvas próximas à média com áreas abaixo do normal, especialmente no sul de Mato Grosso do Sul, associadas a temperaturas mais elevadas, o Inmet aponta tendência de redução da umidade do solo ao longo do mês. De acordo com o instituto, esse cenário pode resultar em déficit hídrico e impactar o desenvolvimento do algodão, além de reduzir o vigor das pastagens. Já em áreas do norte de Mato Grosso, onde há indicativo de chuvas acima da média, o excesso de umidade pode dificultar a colheita de arroz, conforme a projeção do Inmet para o mês de maio.

No Sudeste, a combinação de chuvas entre próximas e abaixo da média com temperaturas elevadas deve, segundo o Inmet, aumentar a evapotranspiração e reduzir a disponibilidade hídrica no solo. Conforme avalia o instituto, esse cenário pode limitar o desenvolvimento das lavouras de segunda safra e afetar culturas como café e citros, especialmente em áreas de sequeiro. Por outro lado, ainda de acordo com o Inmet, o tempo mais seco tende a favorecer as operações de colheita e manejo no campo.

Na Região Sul, o padrão é mais contrastante. O Inmet indica chuvas acima da média no Rio Grande do Sul, o que, conforme o instituto, pode favorecer a disponibilidade hídrica para a semeadura das culturas de inverno, embora também haja risco de excesso de umidade e dificuldades operacionais. Já no Paraná e em áreas de Santa Catarina, onde a projeção aponta chuvas abaixo do normal, o Inmet avalia que a condição pode comprometer a implantação das lavouras de inverno e afetar o milho segunda safra ainda em desenvolvimento. As temperaturas, em geral próximas da média, com áreas pontuais abaixo no sul gaúcho, também influenciam esse cenário, segundo o instituto.

No Nordeste, a projeção do Inmet para o mês de maio indica chuvas dentro ou acima da média na maior parte da região, com destaque para volumes mais elevados na faixa litorânea entre Alagoas e Sergipe. Associadas a temperaturas acima da média, essas condições tendem a garantir boa disponibilidade hídrica para lavouras em desenvolvimento. Conforme o Inmet, esse cenário favorece culturas como milho e algodão em fases reprodutivas, embora a combinação de umidade e calor também possa elevar a pressão de doenças e dificultar o manejo.

Por fim, no Norte, onde o mapa de anomalias indica volumes de chuva próximos ou acima da média em grande parte da região, o Inmet aponta que a manutenção da umidade do solo, combinada às temperaturas elevadas, tende a favorecer o desenvolvimento de culturas como o milho segunda safra e as pastagens. Por outro lado, conforme destaca o instituto, a persistência de umidade e calor pode aumentar o risco de doenças em culturas como cacau e banana, além de dificultar operações de campo.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda