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Frio aumenta risco de mortalidade de leitões e exige manejo preciso na maternidade, alerta Embrapa

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O inverno representa um dos períodos mais desafiadores para a suinocultura, especialmente dentro das maternidades. Nas primeiras horas após o nascimento, os leitões apresentam grande dificuldade para manter a temperatura corporal e podem perder calor rapidamente, aumentando o risco de hipotermia, reduzindo o consumo de colostro e elevando a mortalidade. Segundo a Embrapa Suínos e Aves, o sucesso dessa fase depende de um conjunto de práticas de manejo capazes de garantir sobrevivência, desenvolvimento e melhor desempenho até a desmama.

Além dos prejuízos diretos provocados pelas mortes de animais, falhas no manejo durante o frio também resultam em leitegadas menos uniformes, pior ganho de peso e maior ocorrência de problemas sanitários ao longo da produção. Como consequência, aumentam os custos da granja e diminui a eficiência do sistema produtivo.

Para o analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, o produtor deve concentrar seus esforços principalmente nas primeiras horas de vida dos leitões. “Os principais desafios do frio nas primeiras horas de vida são a elevada perda de calor dos leitões recém-nascidos, o que aumenta o risco de hipotermia, reduz a ingestão de colostro e eleva a mortalidade”, afirma.

Primeiras horas definem o futuro da leitegada

A recomendação da Embrapa é que o manejo comece imediatamente após o nascimento. Secar os leitões reduz a perda de calor por evaporação e aumenta as chances de que eles iniciem rapidamente a primeira mamada. Paralelamente, o acompanhamento dos partos permite identificar animais mais frágeis, que exigem auxílio para consumir colostro.

Outro cuidado indispensável é manter os escamoteadores aquecidos em temperatura próxima de 34°C durante a primeira semana de vida. Esse ambiente protegido reduz o estresse térmico, melhora o conforto dos leitões e favorece o desenvolvimento inicial.

Segundo Amaral, a ingestão precoce de colostro continua sendo um dos fatores mais importantes para o sucesso da maternidade. “A ingestão precoce de colostro é fundamental tanto no inverno quanto no verão, pois fornece energia para manter a temperatura corporal, transfere anticorpos maternos e garante melhores índices de sobrevivência, desenvolvimento e ganho de peso das leitegadas”, destaca.

Equilibrar o conforto da matriz e dos leitões é um dos maiores desafios

Enquanto os leitões necessitam de temperaturas elevadas para evitar perdas de calor, as matrizes apresentam maior conforto em ambientes mais amenos. Conciliar essas necessidades exige planejamento das instalações e manejo adequado dentro das maternidades.

De acordo com Amaral, a utilização de escamoteadores aquecidos permite criar um microclima específico para os leitões sem comprometer o bem-estar das matrizes. A estratégia melhora as condições térmicas dos recém-nascidos e contribui para manter o desempenho reprodutivo das fêmeas.

Outra prática recomendada é organizar a maternidade em salas destinadas à produção por lotes, possibilitando o vazio sanitário entre os grupos. Além de facilitar o controle da temperatura conforme a idade dos animais, esse sistema reduz a circulação de agentes infecciosos e melhora as condições sanitárias da granja.

“O uso de escamoteadores aquecidos oferece aos leitões um ambiente mais quente e confortável, enquanto a matriz permanece em uma área com temperatura mais adequada para o seu bem-estar”, explica o pesquisador.

Gestão dos indicadores permite corrigir problemas antes que as perdas aumentem

O manejo eficiente durante o inverno também depende do acompanhamento constante dos resultados produtivos. A redução da mortalidade na maternidade, o aumento do peso à desmama, a uniformidade das leitegadas e a menor incidência de doenças respiratórias e diarreias estão entre os principais indicadores de que as estratégias adotadas estão funcionando.

Para alcançar esse nível de controle, Amaral recomenda que o produtor registre todas as informações da granja em sistemas de gestão e acompanhe os resultados regularmente. A análise contínua facilita a identificação de falhas e permite intervenções rápidas antes que os prejuízos se tornem maiores.

“É fundamental que o produtor tenha um software de gestão devidamente alimentado com os dados da granja. Esses dados devem ser analisados semanalmente, comparando os resultados obtidos com as metas esperadas”, orienta.

Segundo o especialista, o ideal é avaliar cada lote individualmente, considerando indicadores produtivos e sanitários. Com essas informações, torna-se possível identificar os pontos mais sensíveis da produção, ajustar o manejo e reduzir perdas ao longo do inverno.

Na avaliação da Embrapa Suínos e Aves, não existe uma medida isolada capaz de garantir bons resultados na maternidade durante os meses mais frios. A combinação entre acompanhamento dos partos, secagem dos leitões, oferta rápida de colostro, escamoteadores aquecidos, planejamento das instalações e monitoramento dos indicadores produtivos forma a base de um manejo eficiente. Quando essas práticas são executadas de maneira consistente, a granja reduz a mortalidade neonatal, melhora a uniformidade das leitegadas e aumenta a produtividade até a desmama, refletindo diretamente na rentabilidade da atividade.

 

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda