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Brazilian Cotton School conclui terceira turma com imersão prática e visão integrada da cadeia do algodão

Por Bolsa Brasileira de Mercadorias BBM

Uma das novidades desta edição foi a visita à Praticagem de São Paulo

 

A terceira turma da Brazilian Cotton School foi concluída na última semana consolidando mais uma edição do programa que vem se firmando como uma das principais iniciativas de formação executiva do setor algodoeiro do país. Ao longo de três semanas intensivas, os participantes vivenciaram uma jornada completa de aprendizado, conectando teoria e prática em diferentes elos da cadeia produtiva.

 

Criada de forma conjunta pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) e pela Bolsa Brasileira de Mercadorias (BBM), a escola tem como propósito qualificar profissionais para uma compreensão ampla e estratégica do mercado, desde a produção até a comercialização internacional do produto.

 

As visitas técnicas são um diferenciais da escola

 

Além das aulas em Brasília (DF) e São Paulo (SP), ministradas por 60 especialistas do setor, a programação incluiu uma série de visitas técnicas que proporcionaram uma imersão prática e inédita aos participantes. “As visitas técnicas foram fundamentais para conectar teoria e prática, trazendo uma visão real e estratégica do setor”, destacou Marcella Guerreiro Wehrle, diretora executiva da Associação Paulista dos Produtores de Algodão (APPA) e participante da terceira turma. “Foi uma experiência transformadora, que ampliou minha visão sobre a cotonicultura e toda a sua cadeia produtiva”, completou.

 

Marcella Wehrle em visita ao Grupo GMS

 

Um dos destaques do cronograma foi a visita ao Porto de Santos, principal corredor de exportação do algodão brasileiro, onde o grupo acompanhou de perto os caminhos da logística portuária e as operações de embarque da fibra com passagem pelo Terminal Redex Alemoa, onde ocorre o carregamento de fardos de algodão em contêiner. “A turma pôde ver fisicamente 4mil toneladas de fardos estocados e as operações de recebimento, manobras, consolidação e todas as movimentações de containers nos pátios do terminal”, detalhou Luiz Magalhães Ozores, conselheiro da S. Magalhães.

 

Fardos de algodão no Terminal Alemoa

Ainda no litoral paulista, a escola proporcionou, pela primeira vez, uma visita à sede da Praticagem de São Paulo, onde os participantes da Cotton School puderam compreender o papel estratégico dos práticos na condução segura de navios e na eficiência das operações portuárias — etapa fundamental para a competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.

 

Já a experiência em campo este ano foi em uma das fazendas de algodão do Grupo Moresco, em Cristalina (GO), referência em tecnologia e produtividade. A atividade ofereceu uma aula de práticas modernas de manejo, sustentabilidade e integração de processos, reforçando a importância da origem da fibra dentro da cadeia, além de visita à GM Algodoeira, dentro da fazenda, especializada no beneficiamento de fibras. Dentro do módulo de plantio e colheita, a terceira turma da escola também teve uma experiência na Casa John Deere, em Campinas (SP), e no Centro de Treinamento da montadora.

 

Visita inédita ao CT da John Deere

 

Chegando na ponta final da cadeia, a imersão contemplou o setor industrial, com visita técnica à Santista Têxtil em Americana (SP). Lá, os participantes acompanharam as diferentes etapas de transformação do algodão em produto final, compreendendo as exigências da indústria e os padrões de qualidade demandados pelo mercado. Complementando a visão técnica, o grupo esteve presente no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), reconhecido pela excelência na formação profissional e no desenvolvimento tecnológico, aprofundando o entendimento sobre inovação, qualificação de mão de obra e o futuro da indústria têxtil.

 

Para a diretoria da Brazilian Cotton School, a terceira turma reafirma o papel da iniciativa na formação de lideranças capazes de atuar de forma estratégica em um setor cada vez mais globalizado e exigente. “A escola nasce da integração entre os diferentes elos da cadeia, e essa vivência prática fortalece justamente essa visão sistêmica, essencial para o momento que o Brasil vive como protagonista no mercado mundial de algodão”, destaca o diretor da escola, Jonas Nobre.

 

A curadoria do conteúdo da escola é realizada pelo engenheiro agrônomo, Sérgio Dutra, mestre em Agronomia pela ESALQ/USP, doutor em Agronomia no Programa de Energia na Agricultura da FCA – UNESP de Botucatu e consultor. “Nós buscamos aperfeiçoar a cada ano os conteúdos, além de ampliar o número de mentores convidados, avaliando, tanto os temas permanentes, como os temas transversais que são alterados a cada ano conforme necessidade”, relatou Dutra.

 

Na sua terceira edição, a Brazilian Cotton School formou um total de 36 novos embaixadores no mercado do algodão brasileiro. “Ter participado da BCS neste momento da minha carreira foi um divisor de águas. Vindo, originalmente, do setor de grãos e oleagionosas, a BCS me proporcionou, em algumas semanas, um alicerce para desenvolver um conhecimento mais profundo acerca do setor”, avaliou o participante, André Barbieri, gerente de Inteligência de Mercado da Bunge.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda