Notícias

Café dispara quase 4% em Nova York com riscos climáticos e físico sobe até 4,7% no Brasil

Logotipo Notícias Agrícolas

 

window.pushAds.push(“dfp-noticiasagricolas-paragrafos-1”)

Os futuros do café arábica encerraram a sessão desta 6ª feira (16) com fortes altas na Bolsa de Nova York, recuperando as perdas do pregão anterior e voltando a incorporar prêmio de risco diante das incertezas climáticas nas principais regiões produtoras. O dezembro/26 fechou com alta de 3,92%, a 306,35 cents/lb, depois de alcançar 311,30 cents/lb na máxima do dia. Março/27 avançou 3,21%, para 294,50 cents/lb. O dezembro havia encerrado a sessão anterior a 294,80 cents/lb, acumulando assim ganho de 11,55 cents nesta 6ª feira.

O clima voltou ao centro das atenções em um momento particularmente sensível para a formação da próxima safra brasileira. O mercado acompanha as condições de umidade durante a fase de floradas e pegamento, ao mesmo tempo em que monitora os possíveis impactos do El Niño sobre importantes regiões produtoras.

Essa leitura, porém, continua acompanhada por sinais contraditórios. As chuvas recentes em importantes áreas produtoras do Brasil melhoraram as condições para a florada, enquanto no Vietnã as precipitações também favoreceram a umidade dos solos e o desenvolvimento dos frutos. Esses fundamentos haviam contribuído para pressionar as cotações na sessão anterior. 

Por outro lado, as preocupações com os efeitos do El Niño e com a disponibilidade de café arábica continuam oferecendo suporte ao mercado. Os estoques certificados da ICE permanecem historicamente reduzidos, apesar da recuperação observada em relação às mínimas registradas em setembro. 

A volatilidade, portanto, permanece elevada, com o mercado tentando equilibrar as melhores condições recentes para as lavouras com o risco climático para os próximos meses e a disponibilidade mais apertada de café imediatamente disponível.

Mercado brasileiro acompanha NY 

No Brasil, a forte valorização de Nova York também chegou ao mercado físico nesta 6ª feira, mesmo com o dólar recuando 0,28%, a R$ 5,07, movimento que, isoladamente, tende a limitar a sustentação das cotações domésticas.

Para o café arábica tipo 6, bebida dura bica corrida, as altas chegaram a 4,71% em Machado (MG), com a saca a R$ 1.780,00. Em Franca (SP), o avanço foi de 4,24%, para R$ 1.720,00, enquanto Guaxupé (MG) registrou valorização de 3,39%, a R$ 1.709,00. Varginha (MG) teve alta de 3,09%, com a saca a R$ 1.670,00, e Araguari (MG) avançou 2,94%, para R$ 1.750,00. Em Campos Gerais (MG), a valorização foi de 1,82%, a R$ 1.680,00.

O movimento também apareceu no café cereja descascado. Em Guaxupé, a saca chegou a R$ 1.787,00, alta de 3,41%, enquanto Varginha registrou R$ 1.750,00, avanço de 2,94%. Em Campos Gerais, a valorização foi de 1,75%, para R$ 1.740,00.

A reação do físico, apesar da queda do dólar, reforça o peso que a valorização externa exerceu sobre a formação dos preços nesta 6ª feira. Em Nova York, dezembro chegou a oscilar 12,95 cents/lb entre a mínima de 298,35 e a máxima de 311,30 cents/lb, antes de encerrar acima dos 306 cents/lb.  Para o produtor brasileiro, o encerramento da semana deixa, portanto, preços mais firmes no físico, Nova York novamente acima dos 300 cents/lb e um mercado que continua extremamente sensível a qualquer mudança nas previsões climáticas para as principais origens produtoras.

logo_sinap

METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda