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Gado mexicano volta aos EUA, mas retomada segue concentrada em uma rota

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Os Estados Unidos receberam 8.450 bovinos de recria do México na semana passada, com média de 1.690 cabeças por dia, segundo informações levantadas por Rodrigo Costa, da consultoria Pasto & Mercado. Embora as travessias tenham sido retomadas em Douglas, no Arizona, e Santa Teresa, no Novo México, a movimentação permanece concentrada: Douglas respondeu por 76% dos animais.

As compras haviam sido suspensas devido ao avanço da bicheira no México, infestação que prejudica o desempenho dos animais. O USDA autorizou a reabertura gradual após avaliar as medidas de controle sanitário nas regiões fornecedoras, mantendo a inspeção obrigatória dos bovinos na fronteira. 

Santa Teresa registrou média de apenas 410 cabeças por dia na semana analisada. O quadro mostra que a reabertura dos dois pontos de passagem ainda não se traduziu em uma distribuição mais equilibrada do fluxo de gado.

Para a pecuária americana, o retorno dos animais mexicanos ajuda a recompor o abastecimento da recria e da engorda. Entretanto, gado cruzando a fronteira hoje não significa carne disponível imediatamente: esses animais ainda precisam ganhar peso antes de chegar ao abate.

Reposição recebe reforço, mas efeito sobre a carne vem depois

A entrada de bovinos mexicanos amplia as alternativas de compra para os produtores americanos. Se o fluxo crescer e ganhar regularidade, poderá aliviar parte da disputa por animais de reposição e contribuir para o abastecimento dos confinamentos.

Esse efeito depende da continuidade das importações, do volume recebido e do estágio de desenvolvimento dos animais. O total de uma semana, isoladamente, não permite concluir que o abastecimento esteja normalizado ou que haverá uma recuperação rápida da produção de carne.

Também é importante separar dois movimentos: importar animais ajuda a alimentar a produção futura; importar carne atende à necessidade de abastecimento mais imediato. Por isso, a retomada das travessias não elimina automaticamente a demanda americana por carne de outros países.

Concentração em Douglas exige atenção

A participação de 76% de Douglas mostra que a recuperação do comércio ainda depende principalmente de uma rota. Santa Teresa voltou a operar, mas permanece com uma parcela menor da movimentação.

Os números apresentados não permitem identificar a causa dessa diferença. Ainda assim, a concentração torna o fluxo mais sensível a eventuais interrupções no principal ponto de passagem. Para avaliar a consistência da retomada, será necessário acompanhar tanto o total semanal quanto a evolução das entradas por Santa Teresa.

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A questão sanitária continua determinante: o USDA prevê a possibilidade de pausar as operações caso identifique aumento do risco de disseminação da bicheira. Assim, a continuidade das compras depende também da manutenção das condições sanitárias exigidas pelos americanos. 

Para o Brasil, o avanço das importações de gado mexicano merece acompanhamento porque pode contribuir para a recuperação da oferta americana de carne ao longo do tempo. Caso essa entrada cresça de forma sustentada, os Estados Unidos poderão reduzir parte da pressão sobre o abastecimento externo.

Por enquanto, o levantamento indica a retomada de uma fonte de reposição, sem demonstrar que a escassez americana esteja resolvida. Para o setor exportador brasileiro, o ponto decisivo será observar quando e em que intensidade esses animais se converterão em abates — e se essa produção adicional será suficiente para diminuir a necessidade de carne importada.

Com informações da Consultoria Pasto & Mercado

*Com auxílio de IA

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda