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Café amplia perdas em NY com oferta global maior no radar e fecha 3ª (22) recuando mais de 1%

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Os preços do café encerraram esta terça-feira (22) com novas e importantes baixas nas bolsas internacionais, pressionados principalmente pelas perspectivas de aumento da oferta global. Em Nova York, o arábica perdeu mais de 1,5% nos principais vencimentos, enquanto o robusta também recuou em Londres.

O dezembro/26, entre os futuros mais negociados do arábica, terminou com queda de 1,68%, aos 271,75 cents/lbp, enquanto março/27 perdeu 1,60%, negociado a 264,15 cents/lbp. Maio recuou 1,67%, para 261,50 cents/lbp, e julho caiu 1,66%, aos 260,20 cents/lbp.

O movimento negativo também atingiu o robusta, reforçando a pressão sobre o complexo do café nesta terça-feira. As perdas nas principais posições foram de US$ 59,00 a US$ 77,00 por tonelada, levando o novembro a US$ 3260,00 e o março a US$ 3244,00/t. 

A percepção de maior disponibilidade do grão continua ganhando espaço entre os operadores. Segundo o portal internacional Barchart, estimativas da OIC (Organização Internacional do Café) apontam crescimento de 4,4% na produção mundial em 2025/26, para o recorde de 183,6 milhões de sacas, enquanto o consumo é estimado em 180,6 milhões. O resultado seria um superávit próximo de 3 milhões de sacas, o primeiro em cinco anos.

No Brasil, as condições climáticas também ajudam a pressionar as cotações. As chuvas nas principais regiões produtoras de arábica favorecem o desenvolvimento da próxima safra e ajudam a melhorar as expectativas de oferta, mantendo o clima brasileiro como um dos principais pontos de atenção dos traders.

A maior disponibilidade de robusta também pesa. As exportações do Vietnã avançaram nos primeiros oito meses do ano, enquanto as perspectivas são de crescimento da produção vietnamita na temporada 2025/26.

Apesar da pressão recente, o mercado ainda convive com estoques certificados reduzidos de arábica na ICE, fator que continua funcionando como contraponto às expectativas mais confortáveis de oferta.

Assim, depois de um período em que a escassez disponível foi um dos principais motores das altas, o mercado passa a incorporar com mais força a perspectiva de maior oferta global. A evolução da próxima safra brasileira, porém, continuará dependente do comportamento do clima nos próximos meses, mantendo espaço para volatilidade nas cotações.

PREÇOS RECUAM TAMBÉM NO BRASIL

No mercado físico brasileiro, os preços também encerraram esta terça-feira (22) predominantemente em baixa, acompanhando parcialmente a pressão observada em Nova York. O dólar até subiu no Brasil frente ao real, porém, de forma muito tímida, sem potencial o bastante para neutralizar as quedas nas bolsas internacionais, em especial para o arábica em NY. 

Assim, entre as referências do tipo 6/7 bebida dura bica corrida acompanhadas pelo Notícias Agrícolas, Franca (SP) registrou a maior queda do dia, de 1,94%, para R$ 1.520,00 por saca. Em Varginha (MG), a baixa foi de 1,29%, com a saca cotada a R$ 1.530,00, enquanto Machado (MG) recuou 1,25%, para R$ 1.580,00. Araguari (MG) também perdeu 1,25%, a R$ 1.580,00, e Campos Gerais (MG) caiu 0,93%, para R$ 1.600,00 por saca.

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Em Patrocínio (MG), a referência permaneceu em R$ 1.655,00 por saca, enquanto no Oeste da Bahia ficou estável em R$ 1.457,50.

O movimento negativo também apareceu no cereja descascado. Varginha registrou queda de 1,84%, para R$ 1.600,00 por saca, e Campos Gerais perdeu 0,90%, para R$ 1.660,00. Em Patrocínio, a cotação permaneceu em R$ 1.680,00, enquanto Poços de Caldas (MG) indicou R$ 1.710,00 por saca.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda