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Milho cai nesta 3ª feira (22) em Chicago e na B3, mas exportação pode colocar um piso nos preços no BR

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A terça-feira (22) terminou com os preços do milho  em baixa na Bolsa de Chicago e na B3, devolvendo parte dos fortes ganhos registrados na sessão anterior. Apesar da correção, o mercado continua sustentado por um quadro internacional mais apertado e pela expectativa sobre o comportamento das exportações nos próximos meses.

Em Chicago, o dezembro/26 terminou a US$ 5,36 por bushel, com queda de 6,25 pontos, enquanto março/27 perdeu 5,75 pontos, cotado a US$ 5,51. Maio encerrou a US$ 5,57, baixa de 5,25 pontos, e julho recuou 4,75 pontos, para US$ 5,59 por bushel.

O movimento foi de realização de lucros depois da forte valorização da segunda-feira, quando o cereal chegou a subir quase 3%. Ao mesmo tempo, o avanço da colheita norte-americana aumenta a disponibilidade física e exerce pressão sazonal sobre as cotações.

Além da realização de lucros, o mercado do milho foi pressionado ainda pela queda do trigo e das demais commodities agrícolas, bem como do petróleo, com WTI e brent perdendo mais de 1% nesta terça-feira. 

EXPORTAÇÕES PODEM LIMITAR QUEDAS NO BRASIL

No Brasil, a B3 acompanhou o movimento negativo. Janeiro/27 caiu 1,25%, para R$ 79,75 por saca, março/27 perdeu 0,62%, para R$ 81,66, e maio/27 recuou 0,47%, cotado a R$ 80,02. Julho terminou a R$ 78,34, baixa de 0,48%. Mesmo depois da correção desta terça-feira, portanto, os contratos do primeiro semestre de 2027 continuam rondando os R$ 80 por saca.

Para Ronaldo Fernandes, diretor da Royal Rural, a pressão sobre os preços domésticos do cereal pode continuar no curto prazo, mas há fatores capazes de limitar esse movimento. Em entrevista ao Bom Dia Agronegócio, do Notícias Agrícolas, nesta terça-feira, o analista afirmou que o mercado interno vem tentando trabalhar com preços um pouco menores, depois de duas a três semanas de recuos graduais.

O problema é que, quanto mais o preço cai, maior a possibilidade de o milho brasileiro voltar a fechar a conta para exportação. “Se o mercado interno deixa os preços caírem antes de outubro, fecha a conta para a exportação levar esse milho embora”, diz. 

Na avaliação de Fernandes, por isso, os próximos 30 dias podem registrar uma queda pontual, mas outubro será determinante para definir o comportamento do mercado. Além do volume que o Brasil conseguirá exportar, os traders terão de acompanhar a capacidade da Ucrânia de colocar sua produção no mercado internacional.

Outubro marca o início da temporada de exportações ucranianas e, em meio ao conflito com a Rússia e aos problemas envolvendo infraestrutura e rotas de escoamento, haverá atenção redobrada sobre os embarques do país.

Segundo Fernandes, caso a Ucrânia tenha dificuldades para atender seus compradores tradicionais, principalmente Europa e China, essa demanda terá de procurar milho nos Estados Unidos ou no Brasil.

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Mesmo que os compradores migrem para o cereal norte-americano, o efeito pode acabar chegando ao produtor brasileiro por meio de Chicago. “Se for para os Estados Unidos e não for para o Brasil, não tem problema. Sobe Chicago”, complementa o analista. Fernandes acrescenta que uma Bolsa de Chicago sustentada acima dos US$ 5 por bushel também reduz o espaço para quedas mais expressivas do milho brasileiro.

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METODOLOGIA DE PREÇOS DO ALGODÃO – BBM/SINAP

PRODUTO:Algodão em pluma tipo 41, folha 4 – cor estritamente abaixo da média (strict low middling) – (antigo tipo 6, fibra 30/32 mm, sem característica).
UNIDADE DE MEDIDA:Libra-peso de pluma (0,453597 kg) divulgados em real por libra-peso.
ENTREGA:Preço do produto posto-indústria na mesorregião da cidade de São Paulo.
REGIÃO DE REFERÊNCIA:Negócios feitos nas principais regiões produtoras e consumidoras de algodão do Brasil.
TRATAMENTO ESTATÍSTICO:A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.
BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:Média aritmética das informações coletadas.
PERIODICIDADE:Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.
HISTÓRICO:Desde janeiro de 2010.
ORIGEM DA INFORMAÇÃO:Corretoras de Mercadorias associadas a Bolsa Brasileira de Mercadorias através de pesquisas diárias de preços
(confira aqui os nomes das Corretoras).
IMPORTANTE:Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Metodologia cotações

COTAÇÕES AGRÍCOLAS BBM

METODOLOGIA DE PREÇOS AGRÍCOLAS DA BOLSA BRASILEIRA DE MERCADORIAS

REGIÃO DE REFERÊNCIA:

Negócios realizados nas principais regiões produtoras e consumidoras dos produtos no Brasil.

TRATAMENTO ESTATÍSTICO:

A amostra diária é submetida a dois procedimentos estatísticos: média aritmética dos valores informados excluindo-se o desvio padrão (são aceitos valores que estejam no intervalo de dois desvios-padrão para cima e para baixo em relação à média da amostra em 10%) e análise do coeficiente de variação.

BASE DE PONDERAÇÃO DAS REGIÕES:

Média aritmética das informações coletadas.

PERIODICIDADE: 

Diária (somente em dias úteis). Os preços são coletados junto aos corretores de algodão, entre as 10:00 e 16:00 horas e divulgados, no mesmo dia, até às 17 horas.

HISTÓRICO:

Desde junho de 2018.

ORIGEM DA INFORMAÇÃO:

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

IMPORTANTE::

Valores coletados se referem a negócios realizados no mercado físico, para pronta entrega.

Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias

Corretoras Associadas/BBM, Cooperativas e Associações de Produtores Rurais.

Lista dos participantes no fornecimento das cotações de preços agrícolas pela BBM

  •  Algotextil Consultores Associados Ltda
  •  Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA
  •  Cereais Pampeiro Ltda
  •  Cerrado Corretora de Merc. & Futuros Ltda
  •  Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas – Cocapec
  •  Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha – Coocafé
  •  Correpar Corretora de Merc. S/S Ltda
  •  Corretora Nacional de Mercadorias
  •  Costa Lima Corretora de Commodities Agrícolas Ltda
  •  Cottonbras Representação S.S. Ltda
  •  Cottonbrasil Corretores Associados Ltda.
  •  Depaula Corretora Ltda
  •  Expoente Correto. Merc. Imp. Export. Com. Represent. Ltda.
  •  Fibra Comercial e Corretora de Merc. Ltda
  •  Globo Corretora de Merc. Ltda
  •  Granos Comércio e Representações Ltda.
  •  Henrique Fracalanza
  •  Horus Algodão Consult. e Corretagens Ltda
  •  Instituto Brasileiro do Feijão e dos Pulses – IBRAFE
  •  JC Agronegócios EIRELI
  •  Laferlins Ltda.
  •  Lefevre Corretora de Mercadorias Ltda
  •  Mafer Agronegócios Ltda
  •  Mercado – Mercantil Corretora de Merc. Ltda
  •  Metasul Corretora Ltda
  •  Orbi Corretora de Mercadorias Ltda.
  •  Pluma Empreendimento e Participações S/S LTDA
  •  Renato – Agronegócio e Licitações Ltda
  •  Renda Corretora de Agroneg. e Transp.s Ltda
  •  Risoy Corretora de Merc.
  •  Robert Daniel Corretora
  •  Rocha Corretora de Merc. Ltda
  •  Rural Assessoria e Commodities Agricolas Ltda
  •  Sandias Corretora de Commodities Ltda
  •  Santiago & Oliveira Com. e Ind. Ltda
  •  Santiago Cotton Ltda
  •  Souza Lima Corretora de Mercadorias Ltda
  •  T.T. Menka Corretora de Mercadorias S/C Ltda.
  •  Translabhoro Serviços Agrícolas Ltda
  •  Vitória Intermediação de Negócios Ltda